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Spoilers

A Semana Lá Fora: a volta de Prison Break, Tori Spelling em 90210, Lula em South Park, especial de Doctor Who e mais

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Prison Break - The Mother Lode

Interrompemos o feriadão para trazer mais uma edição da coluna a Semana Lá Fora. Na semana que passou, teve muita série reprisando, mas os seriados que foram ao ar trouxeram diversos acontecimentos inesperados e interessantes. Até o Lula apareceu em South Park!

Além da presença do nosso Presidente, a coluna comenta o retorno do hiato de Prison Break, o episódio-tributo aos seriados de sci fi de CSI, a volta de Doctor Who na Inglaterra, Tori Spelling reprisando o papel de Donna Martin em 90210, o retorno de Jordana Brewster em Chuck e até mesmo uma morte inesperada na britânica Primeval.

Não, não acabou ainda: temos comentários sobre a semana dois de Em Terapia, e Southland, Cupid, The Big Bang Theory, Heroes, Medium, Lost e House. E é sério que também teremos um fantasminha camarada em House? Spoiler alert ligado: é ver para crer!

Prison Break: The Mother Lode (4×17)
Exibição: 17/4/2009
MVP: n/a

Deus do céu, por onde começo? Foi abismal… Horrível! The Mother Lode foi tão horrendo, que não sei se dou para uma cientista analisar, ou pra um padre exorcizar. O tempo não passava, e enquanto eu assistia me via implorando pelo final desse episódio de Prison Break, que de forma infeliz, interrompeu o hiato da temporada.

Essa pausa, aliás, fez muito mal a série, que depende de um constante acompanhamento da trama ou então começamos a questionar seus rumos absurdos. Trama que um dia já foi boa, mas hoje está forçada, exagerada e perdida. A entrada da mãe de Michael e Lincoln era a Deus Ex Machina que faltava pra série. E olha que não faltava mais nada! Falando nisso, como que o General escapou daquela explosão?!

Vejo Prison Break desde o começo e sei de seu poder de recuperação (de repente, algo “irado” acontece e ficamos “instigados”), mas a série perdeu o rumo e não dá mais pra se sustentar só nesse fator “legal”. Ficou muito descerebrada. Melhor encerrar logo. E ao invés de nos lamentar por seu cancelamento já na quarta temporada, deveríamos é nos lamentar por não ter acabado antes, como na fuga de Fox River… (Thiago Sampaio)

CSI - A Space Oddity

CSI: A Space Oddity (9×20)
Exibição: 16/4/2009
MVP: Wallace Langham, Liz Vassey e Liza Weil

Já comecei este texto uma dez vezes. E sempre pinta uma ideia diferente, e melhor. A Space Oddity permite múltiplas leituras, comparações e referência. Em resumo, este episódio é o elo que faltava para ligar CSI (que foi a série que trouxe a ciência para o gênero policial) com o universo das séries de sci fi.

A estória é de Naren Shankar, produtor veterano da série, que começou como roteirista em Jornada nas Estrelas: A Nova Geração e de lá passou por vários outros shows do gênero. Bradley Thompson e David Weddle, que estão há pouco mais de uma temporada na produção de CSI, vindos da incensada Battlestar Galactica, assinaram o roteiro final.

E temos participações de Joshua Cox (Babylon 5), Kate Vernon (BSG), e Hodges e Wendy mais imersos do que nunca no universo geek e até cameos de Grace Park e Ronald D. Moore (dizendo que o remake da fictícia Astro Quest é um lixo!).

Eu ia dizer que espero que todos os fãs de sci fi assistam este episódio. Mas não, não é só isto: VOCÊS PRECISAM VER ESTE EPISÓDIO! E realmente espero que ele desperte o interesse destes fãs em CSI e de séries policiais em geral.

E eu preciso dizer isto pra todos os fãs de CSI que abandonaram a série (e em especial para aqueles que gostam dos Lab Rats): VOCÊS PRECISAM VER ESTE EPISÓDIO!

E realmente sinto muito por quem abandonou a série. Porque comigo acontece justamente o contrário: eu amo cada vez mais este show e acho esta nona temporada incrível. (Paulo Antunes)

Southland: Mozambique (1×02)
Exibição: 16/4/2009
MVP: Regina King e Benjamin McKenzie

Southland já despertou meu interesse no tema escolhido para abertura: “Canção do Mar”, do grupo português Madredeus. Uma escolha musical fugindo do óbvio no mínimo apresentaria uma série muito bem cuidada. E eu não estava enganada. Se o primeiro episódio já mostrou que esse drama policial não será mais um entre tantos, o segundo episódio só veio para confirmar que se a NBC assim permitir, garantimos um bom show para a próxima temporada.

Descobrimos que o pai de Ben é um advogado de defesa daqueles odiosos e por conta de seus clientes de inocência duvidosa a família dele foi colocada em risco quando o novato ainda era criança. Mas fica claro que ainda não sabemos de toda a história e como isso fez de um garoto de Bervely Hills um policial.

Fica difícil comentar sobre um episódio tão bem desenvolvido em poucas linhas. John Cooper ganha minha simpatia cada vez mais. A detetive Adams me emocionou com o caso do bebê abandonado. No entanto, a história que mais me prendeu foi o detetive Bryant e sua testemunha. Eu fiquei sem ar e pensando que Janila iria morrer porque era o óbvio. Contudo o grande mérito de Southland até aqui é fugir do óbvio. Garantindo cena emocionantes e ao mesmo tempo surpreendendo. (Tati Leite)

South Park - Pinewood Derby

South Park: Pinewood Derby (13×06)
Exibição: 15/4/2009
MVP: n/a

A temporada está ótima. No terceiro episódio desse ano, tivemos um fantástico paralelo entre economia e cristianismo. Brilhante mesmo. Digno de Emmy (anotem aí!).

Nessa semana, não tivemos algo “brilhante”, mas foi muito satisfatório, muito legal. Disposto a vencer uma corrida de carrinhos de madeira, Randy (o caricato pai de Stan) rouba um super condutor do Grande Colisor de Hádrons na Suíça. Durante a corrida, o carrinho alcança a fantástica velocidade de dobra espacial, sendo o primeiro objeto humano a alcançar essa marca. Efeito tão notável que a Terra ganhou direito de participar da Comunidade Intergaláctica.

Deu que o roteiro se desenrola numa comédia de erros, com uma mentira maior que a outra, quando Randy e os líderes mundiais (entre eles Lula, que é “o cara”, em três curtos momentos) decidem esconder, da polícia espacial, dinheiro que um alien ladrão havia roubado do banco intergaláctico. A história é uma viagem! Verdadeiro conto de pescador. Mas prova de que apesar de algumas escorregadas, South Park sempre acerta no ponto quando o assunto são suas parábolas com a vida real. (Thiago Sampaio)

The Big Bang Theory: The Hofstadter Isotope (2×20)
Exibição: 13/4/2009
MVP: Jim Parsons

Dizer que Jim Parsons merece todos os prêmios de melhor ator de comédia é chover no molhado. Neste episódio, ao vê-lo em cena eu só conseguia pensar em uma pessoa: Jerry Lewis.

TBBT não é uma comédia física, seus atores não são sujeitos a quedas, tropeções e tortas na cara, mas são as expressões de Parsons que garantem muito do humor do seriado. Como na cena em que, com seu rosto, ele mostra o desespero por fazer algo diferente em uma quinta-feira – e sabemos o quanto a rotina lhe é importante – indo para a satisfação completa ao saber não só o que uma fórmula significa como cada uma de suas variáveis.

E o quarteto de amigos realmente influenciou Penny, afinal, ela já vai para o terceiro nerd com quem ela sai. Dessa vez o dono de uma loja de comic books – não vamos falar em quadrinhos para não ofender.

A surpresa da noite, no entanto, fica por conta de Raj: acompanhado de Wollowitz e Leonard, segue para um bar da cidade. E ele é o único dos três amigos que consegue se dar bem no fim da noite. (Simone Miletic)

Medium - Then... and Again

Medium: Then… and Again (5×10)
Exibição: 13/4/2009
MVP: Patricia Arquette

Ver um Joe desconfortável com o “dom” de sua esposa. É isso que Then… and Again nos apresenta. Estranho? Sim, mas extremamente coerente. Nos acostumamos com um Joe perfeito, que suporta sua esposa nos mais absurdos momentos, mas seria irreal se fosse sempre assim.

Ao que parece Joe só aprendeu a conviver com isso após o nascimento da Marie, a mais nova das filhas Dubois.

O desafio de episódios que voltam no tempo é nos mostrar os personagens rejuvenescidos de maneira convincente. Joe tem a mesma cara, não convence, mas até que Patricia Arquette passou bem com cabelos mais longos. A melhor decisão, no entanto, foi mostrar Ariel e Bridgette apenas de costas, você acredita plenamente que são as duas, principalmente Ariel e suas longas tranças.

E vermos os céticos Scallon e Devalos dando de cara com uma maluca grávida que dá todos os detalhes sobre um assassinato por ter sonhado com ele. Fiquei tentando lembrar como foi que Allison conseguiu a confiança dos dois na verdade, mas simplesmente não consigo. Para mim eles sempre acreditaram. (Simone Miletic)

House - Saviors

House: Saviors (5×21)
Exibição: 13/4/2009
MVP: Hugh Laurie e Jennifer Morrison

Eu sei que jogar toda a culpa dos problemas dessa quinta temporada de House em cima dos novos pupilos é simplista. Eu mesma consigo apontar coisas não relacionadas a eles que me incomodaram. Porém, vem um episódio como Saviors, que deixa o time novo de lado, e eles fazem um excelente trabalho. Um episódio com bom roteiro, ritmo perfeito, tramas impecáveis. E que saudades que Cameron e Chase! Eu nunca sinto tanto a ausência dos dois quanto quando eles tem destaque.

Eu poderia sentir que a trama do noivado de Cameron e Chase não tem nada a ver com a estória atualmente, mas eu amei o desenvolvimento e em nenhum momento senti como se fosse algo desnecessário ou forçado. Eu nunca fui tão fã de Cameron, mas torci genuinamente para ela decidir pelo que faria ela e Chase felizes. Morrison soube interpretar as dúvidas de sua personagem muito bem e ainda criou uma certa ambiguidade que nos deixou na dúvida sobre suas verdadeiras motivações por todo o episódio.

E para finalizar, a chocante aparição/alucinação de Amber na sala de House. Se tem alguém de quem eu sinto tanta ou até mais falta do quê de Cameron e Chase, é Amber. Foi simplesmente maravilhoso rever Anne Dudek. Vejamos onde isso vai dar. (Thais Afonso)

90210 - Okaeri, Donna!

90210: Okaeri, Donna! (1×19)
Exibição: 14/4/2009
MVP: Jessica Lowndes

Well, well, well… Donna Martin, ops, Donna Silver está de volta a Beverly Hills. E sim, ela continua sendo tão estranha quanto no passado. Se é que não ficou mais ainda com o passar dos anos. E a separação de David parece ser a desculpa para que ela venha para ficar na cidade.

Falando em família Silver: graças a Deus por não termos mais Erin completamente pirada gritando “eu te amo” a cada dois minutos no seriado. Parece que ela acabou por ganhar uma linha consistente de história, que pode se tornar muito interessante se não descambar para o dramalhão.

A chegada de Donna serviu para que ela escapasse do controle emocional de Kelly: conhecer Diablo Cody. Tá, a cena em que ela chega ao tapete vermelho com Donna pendurada no vestido foi demais.

Ethan se tornou o personagem mais chato, ganhou de Annie, o que eu achava ser impossível. Já cansei dessa história de sair da bolha, encontrar um novo significado para a vida, blá, blá, blá. Epa, espera aí. Essa história só tem uns dois episódios? Nossa, é chata mesmo, parece que já dura uma eternidade. (Simone Miletic)

Cupid: The Great Right Hope (1×03)
Exibição: 14/4/2009
MVP: Bobby Cannavale e Sarah Paulson

Eu gostei muito do piloto de Cupid. Apesar de premissa água com açúcar, havia algo de encantador naqueles 40 minutos de episódio e a estória de amor entre o casal da semana funcionou perfeitamente. Porém eu achei que o segundo e o terceiro episódios não tiveram a magia que o primeiro teve. É como se de comédia romântica que nos deixa suspirando a série tivesse se tornado uma comédia romântica meio sem personalidade.

Ainda assim, eu gosto muito do personagem do Cupido e acho que Cannavale tem feito uma trabalho ótimo e carregado a série nas costas. Ele é realmente o elemento mais carismático do show, porque a Sarah Paulson que eu amava cegamente em Studio 60 ainda não deu as caras em Cupid. Talvez porque com o casal da semana e a função de juntar o casal só pertencendo realmente a Trevor/Cupido, ela não tenha muito o que fazer. E sua personagem é bem simples, com alguns traços de personalidade bem clichê. Contudo, vê-la com a mãe já ajudou bastante a dar um pouco mais de profundidade para personagem e material para Paulson trabalhar. Ela esteve bem, mas eu sinto falta daquele magnetismo que ela tinha em Studio. (Thais Afonso)

Em Terapia - Mia - Week Two

Em Terapia: Mia – Week Two (2×06) e April – Week Two (2×07)
Exibição: 12/4/2009
MVP: n/a

Mia: Ter Mia como paciente fará com que velhas memórias voltem à tona. Ela está procurando ajuda para entender o porquê de não ter constituído uma família. É aquela famosa crise da mulher quando ela chega na casa dos 40 anos e ainda não tem marido ou filhos. Porém, Mia teve a oportunidade de ter um filho, quando tinha 22 anos e era paciente do Paul. Naquela ocasião, ambos decidiram por abortar o filho. Por essa razão, Mia o culpa por ter feito com que ela tomasse esta decisão. Conhecendo um pouco do Paul, não acredito necessariamente que ele tenha feito isso. Ele pode ter dito o caminho, o que é perfeitamente normal quando se tem alguém no seu pé clamando por respostas e por entendimentos. Paul sempre acaba tendo pacientes assim, impressionante. Diálogos seguros e uma trama que poderá render sim muita coisa, principalmente porque Mia está desesperada. E só Deus sabe como Paul irá conter isso.

April: Eu acho que esse episódio abre uma suspeita interessante. Será que April tem mesmo câncer? Até agora, estamos confiando somente na sua palavra. Não tem nada que possa nos comprovar isso. Cada vez mais, sinto que ela tem um misto de dois personagens da primeira temporada: Alex e Sophie. O primeiro, por ter um comportamento suicida em meio aos problemas que enfrenta. Em relação ao segundo, é por terem como principal característica chamar atenção para que sejam vistas e assistidas de qualquer jeito. Isso criou uma necessidade tão grande, que ela precisou transar com o melhor amigo do seu ex-namorado para que ele demonstre ciúmes e pudesse “ligar” para ela, pudesse dar atenção a ela. April ainda continua sendo um dos meus pacientes favoritos, porque acho que teremos ainda muitas surpresas e reviravoltas. O Paul começou a fazer anotações após as sessões, é isso? (Vinícius Silva)

Chuck: Chuck Versus the First Kill (2×20)
Exibição: 13/4/2009
MVP: Zachary Levi, Yvonne Strahovski e Jordana Brewster

Chuck encaminha para o seu final. Espero que final de temporada e não o final da série. De qualquer maneira parece que seus roteiristas estão muito bem preparados seja qual for o destino do show. Nesse episódio tivemos o retorno de Jordana Brewster no papel de Jill, ex-namorada do protagonista e agente da Fulcram. Eu confesso que adorei a parte que os dois precisam anunciar que estão noivos para a família dela como parte do plano para tentar descobrirem aonde Orion, AKA pai do Chuck está aprisionado. E, principalmente quando ela ao se despedir diz que ninguém é confiável e que nunca a CIA deixará Chuck. Porque eu sou obrigada a concordar com ela.

Morgan mais uma vez pisou feio na bola e, pra mim, as cenas na Buy More serviram para (1) “We’re Not Gonna Take It” by Twisted Sister cair como uma luva na cena dos funcionários barbarizando, (2) referência ao clássico O Poderoso Chefão na cena em que Big Mike beija Morgan nos lábios ao descobrir a ‘traição).

E finalmente Sara saiu de cima do muro – ao que parece – e decidiu ajudar Chuck na busca por seu pai mesmo sabendo que isso pode custar seu emprego e sua liberdade. E pela primeira vez em muito tempo eu gostei deles juntos. E, não sei, mas acredito que no final das contas Casey depois de muito resmungar vai ajudar os dois. (Tati Leite)

Lost - Some Like It Hoth

Lost: Some Like It Hoth (5×13)
Exibição: 15/4/2009
MVP: Jorge Garcia

O que é Lost? É uma série sobre os mistérios de uma ilha ou sobre o desenvolvimento dos personagens? Quanto a esse desenvolvimento, podemos aceitar – sem problemas – intervenções de monstros de fumaça, viagens no tempo e conversas com os mortos, ou em nenhuma hipótese isso é aceitável?

Sei que muitos de vocês têm essas respostas, por isso gostaria de entender algumas coisas. Por exemplo: por que tantas pessoas (seja as que assistem, as que deixaram de assistir, ou as que nunca viram, mas só fazem falar mal) criticam a falta de “respostas” dos mistérios e se irritam quando um episódio se foca inteiramente em um personagem? Mesmo que esse episódio focado nele inclua diversas “respostas”. Mesmo que esse personagem seja relativamente novo, mas completamente incluído na trama.

É aceitável que pela proposta da série (grosso modo, “avião cai em ilha misteriosa”) alguns se irritem com a longa duração e excesso de personagens na trama. Mas como não gostar de Hurley, em 1977, escrevendo um roteiro melhorado de O Império Contra Ataca? Ou tentando reunir Miles com seu pai do passado, que no momento, vive com eles no presente? Certo, Jack foi inútil na trama, temos um ou outro furo, mas vimos a construção da Cisne, uma tentativa de explicar a lógica de se falar com mortos e a crescente conspiração do “o que há na sombra da estátua”.

A coisa só tende a crescer agora nessa reta final. Seja pelos mistérios, seja pelo desenvolvimento de personagens. E o melhor de tudo: Daniel Faraday está de volta. (Thiago Sampaio)

Heroes: 1961 (3×23)
Exibição: 13/4/2009
MVP: Alexa Nikolas

A série parece crescer a cada semana, o que é uma boa coisa, visto a mornidão do início da temporada (que por sua vez, era melhor do que a confusão absurda de antes). 1961 não é um episódio fantástico, mas também está longe de ser ruim. Creio que minha maior decepção com ele foi perceber que não havia algo horrendo no passado de Angela que levaria à criação da Companhia. Quero dizer, Angela não tinha a menor idéia de que foi Alice a responsável pela morte de todo mundo em Coyote Sands, o que acabou motivando-a a lutar com unhas e dentes pelo segredo de suas habilidades. Mas como tudo seria diferente se a jovem não tivesse mentido para a irmã mais nova, não?

Também me incomodou mostrarem Coyote Sands como um lugar ruim, quando na verdade as únicas percepções negativas eram os próprios sonhos de Angela com Suresh. A ironia é que o indiano foi o responsável indireto das mortes, pois Alice só surtou por não ter a irmã ao lado protegendo-a.

Mas foi um episódio interessante para conhecermos o início da Companhia e vermos as coisas voltando ao princípio de tudo, com Sylar usando a imagem de Nathan para ficar no controle. Digam o que quiserem, Heroes está voltando pouco a pouco a ter sentido e a me empolgar. (Mica)

Doctor Who - Planet of the Dead

Doctor Who: Planet of the Dead (Especial de Páscoa)
Exibição: 11/4/2009
MVP: David Tennant, Michelle Ryan e Lee Evans

Em 2009 Doctor Who terá apenas quatro episódios especiais, encerrando a participação de David Tennant como o décimo Doutor, e mais importante, a de Russell T. Davies como produtor executivo da série.

Menos denso do que o último especial de Natal, Planet of the Dead, que foi ao ar na Páscoa, foi um episódio leve e muitíssimo gostoso de assistir, que não teve enfoque em histórias mirabolantes, mas toda a graça se concentrou na interação dos personagens. Pudemos enxergar um Doutor mais relaxado, que não hesitou em pedir auxílio à UNIT quando necessário, um gênio que deu voz a todos os fãs mundo afora (numa interpretação muito elogiada de Lee Evans), e uma companheira absurdamente igual a ele. Michelle Ryan foi perfeita nesse episódio. Sua Lady Cristina de Souza era arrogante, inteligente, aventureira e não se intimidava diante das estranhezas alienígenas. Uma pena que o Doutor tenha recusado o pedido da garota para acompanhá-lo, mas fiquei feliz por fazê-la escapar da prisão na última hora.

O que eu mais gostei foi que no fundo tudo se tratava do simples curso natural do universo e não de vilões querendo destruir ou conquistar tudo. Doctor Who não é uma série sobre vilões enlouquecidos, mas sim sobre aventuras no espaço e no tempo.

E, é claro, não dá para esquecer as profecias da mulher sensitiva: a música do Doutor está acabando (quando penso nisso dá vontade de chorar) e o som das quatro batidas. Será que o vilão mais amado/odiado do universo Who – leia-se, O Mestre – realmente voltará? É o que todos esperam, eu inclusive. (Mica)

Primeval: Episódio 16 (3×03)
Exibição: 11/4/2009
MVP: Douglas Henshall e Juliet Aubrey

Eu nunca pensei que gostasse tanto do Cutter até assistir esse episódio. Ele era arrogante, inteligente, bonito em alguns momentos, e principalmente era a constante da série. Tudo girava em torno de Nick Cutter e de Helen. Nunca, mas nunca mesmo pensei que ele morreria. Muito menos que seria apenas três episódios após a morte de Stephen. E pior, pelas mãos da própria Helen, que no fundo eu sempre achei (e, confesso, ainda acho) que apesar de tudo o amava (e vice-versa).

O mais interessante é que esse foi um episódio leve, com criaturas bonitinhas e cenas cômicas e delicadas (e algumas bem irreais e irritantes, como o parto da garota feito por Abby, sem sangue, sem qualquer instrumento esterilizado, com contrações súbitas e nascimento minutos depois, e a lista de absurdos continua). Em momento algum dava a entender que o final seria tão trágico. Até agora não consegui assimilar a morte do Professor. E Helen mudou a evolução da humanidade mais uma vez.

Todo mundo sabe que o homem tem a tendência de destruir a si próprio, mas é muito difícil deixar de fazer algo quando se vai ao futuro e se descobre exatamente qual o momento que tudo deu errado. A pergunta é: como ficarão as coisas agora? (Mica)

Legenda:
MVP é a sigla Most Valuable Player, termo usado pela imprensa americana para indicar o melhor atleta em um evento esportivo. Foi adotada pelos fãs de seriados para indicar os atores que tiveram a melhor performance em um determinado episódio.

Séries citadas:

Os textos assinados pela Redaçao TeleSéries são textos de autoria coletiva ou notícias escritas por um redator anônimo, mas sempre revisadas com a máxima precisão jornalística.

31 Comments

  1. Mica

    Cupid:
    Eu sigo gostando muito de Cupid, mas confesso que sempre termino o episódio deprimida. Esse negócio de amor perfeito me parece tão irreal…
    Não gostei da participação da mãe da Claire. Foi tão cliché e irritante. Claire e Trevor tem química juntos, mas a personagem é meio chatinha e quase desnecessária.

    LOST:
    Eu adorei o episódio. Não sei o que tem na cabeça de quem reclama que estão enrolando na fase final. Eu achei muito bom. Adorei saber que Chang é realmente pai de Miles, adorei ver os números sendo gravados na escotilha, adorei saber um pouco mais do passado de Miles e até mesmo a atitude do Jack eu gostei. Aliás, estou muito feliz com esse novo Jack. O que eu quero saber é como Sawyer vai sair da enrascada em que se meteu.
    E será que Miles nasceu com esse poder por ter nascido na ilha (ele nasceu na ilha, né? Ou só foi para lá recém nascido?) ou será que foi algum resultado do encontro do seu eu do futuro com o seu eu do passado?
    Terminei de assistir o episódio satisfeita.

    90210:
    Não assisto a série, mas…Donna tinha casado com David? Já nem lembrava mais disso? E pq raios separaram o casal? Só para trazê-la de volta?

    Queria voltar a assistir CSI, mas já baixo séries demais :-(

  2. anderson

    O que é Lost?
    é a melhor série da temporada, e quem entende um pouquinho q seje de roteirização sabe q eles estão quebrando diversos paradigmas existentes. e com maestria. Daniel faraday is back!!!

    TBBT esta ficando no meu top 3 de melhores comédias, dou gargalhadas com os nerds. e olha q eu nao esperava nada dessa série.

    Southland, nao vi, mas pelo que estao escrevendo esta me chamando a atençao.

    House, é necessário o elenco anterior para se ter um episódio “de nível”,algo esta errado a um tempinho com essa série, e implicam cmg ainda.

  3. eugifran

    nossa ao contrario de vc, eu odeiei esse episodio de heroes…
    pra mim foi totalmente desnessessario…
    pra mim comecou no 0 e acabou no 0…
    a angela deu a entender nos episodios anteriores que ir ate la ajudaria a saber oq fazer.
    e acabouo episodio e eles viram que tem que deter o sylar e o mr eu odeio mutantes???
    aaa pelo amor de deus neh???
    ah! e o que mais me irritou?
    nathan pela 30 vez foi vilao da serie, e em 30 mim todo mundo resolveu perdoar ele??? assim? facil?
    heroes tava ficando legal… mas e em episodios como esse que a a audiencia vai embora…
    acho que todo mundo ja cansou de ter a intelignecia questionada…
    se a finale nao for mto boa, mto mesmo, desisto de assistir… cansei de me chamarem de burro.

  4. Daniele

    Mica,

    Vc não faz idéia do quanto fico feliz em ler comentários sobre o Dr Who por aqui!!! Uma série ótima e tão pouco comentada infelizmente!!!!
    Adorei este episódio!!!! Lindo como sempre!!!!
    Falei para minhas amigas, só no Hello i am the doctor happy easter…..já me emocionou!!

  5. Mica

    Ah, sei lá, eugifran, eu gostei do episódio e do novo rumo dos acontecimentos e dos personagens.
    Entendo o Nathan ser perdoado. Ele tinha uma visão errada sobre algo que acreditava ser certo. Meteu os pés pelas mãos e, conhecendo-o, ainda vai meter muitas vezes. Mas não é ele o grande vilão, e sim o Danko. aliás, até quando será que o Sylar o deixa vivo?

    Uma coisa que me irrita em Heroes é que eles esqueceram completamente que o Nathan tem outros dois filhos, a quem ele deve amar muito mais do que a Claire, já que conviveu com eles desde bebezinhos. Será que os guris não valem nem um testezinho para ver se não tem poderes também?
    Ou pelo menos uma preocupação por parte do pai?
    Ok, não tem nada a ver com a história central da série, mas é como se Nathan não tivesse filhos e ex-esposa!!

  6. Mica

    Pois é, Daniele, eu sou apaixonada por Doctor Who. E achei esse especial de Páscoa muito gostoso de assistir. Acredito que os próximos especiais serão mais dramáticos, então foi a oportunidade de dar uma aventura leve e descontraída para o Décimo Doutor. E temos que aproveitar toda migalhinha que pudermos, pois o coração vai doer bastante com a saída do David e do RTD.
    Eu ainda tenho que assistir o Confidential, mas confesso que não tive tempo. Talvez eu corrija essa falha hoje ^_^.
    O que achou de Lady Cristina?

  7. Camila Oliveira

    Chuck:

    Eu achei esse um dos melhores episódios e isso já é um cliché para mim, pois fico com essa sensação toda semana. Mas, é sério, depois do episódio em que o pai do Chuck apareceu eu pensei que nunca conseguiriam fazer um melhor e eis que na semana seguinte, conseguiram! Amei a volta da Jill, o mortal “the Morgan”, a Sarah saindo de cima do muro (aliás, o episódio de hoje promete!), enfim, episódio nota 10.

    House:

    Eu que sou uma shipper fanática pelo casal Chase e Cameron não poderia ter ficado mais feliz! Mesmo que o resto do episódio fosse horrendo, eu teria amado. Mas não foi, pelo contrário, achei que tudo foi muito bem feito. A participação da Cameron no caso, a Cuddy sentindo ciúmes, o Wilson pregando mais uma peça no House, o Chase aparecendo… Ok, o paciente era um chato e eu nunca desejei tanto que alguém morresse em House, mas de resto, amei. Ah, já ia esquecendo da Amber! Ainda não sei o que pensar, mas espero que ela não se torne um Denny Duquette versão 2.0.

    The Big Bang Theory:

    É muito legal ver a interação da Penny com os outros personagens. Amo quando ela faz coisas que os rapazes costumam fazer, como quando ela substituiu o Howard na noite do Halo, quando foi participar de uma partida de paint ball e agora, no ultimo reduto: a loja de quadrinhos. A cara dos outros nerds quando ela entrou, foi impagável. No final, o Sheldon estragando a noite dela naquela discussão infindável sobre o Robin me fez rir muito. Assim, como o Raj ter se dado bem e pegado uma gordinha no bar.

  8. Claire

    Well,well,well…Donna Martin está de volta a Beverly Hills hehehe,não assisto essa série mas sempre que leio coisas assim parece que o tempo tá “andando” pra trás rs..e voltando à original,como disse a Mica,tbm não me lembrava que ela tinha se casado com o David.
    Também não vi Southland mas tô ansiosa por esse show,tomara que a NBC produza uma segunda temporada e com mais episódios pq parece que essa será muito curtinha.

  9. Tiago

    Tori Spelling estava ótima em 90210! Adorei a cena do tapete vermelho, ela estava completamente como Donna em seus melhores momentos.

    Como a MVP pode ser Jessica Lowndes se ela nem participou desse episódio, hein Simone?

    A série começou boa, passou uns 4 capitúlos fraca, ficou ótima aí veio essa história da Silver e estragou tudo! Parece que agora tá melhorando denovo.

  10. Pedro Paulo

    Southland , juntamente com Kings foram duas séries magníficas que a NBC estreou, e acho que Southland, po manter a audiência do Piloto, ainda vá ser a estrela da mid season. Essa série está sendo ótima e envolvente, com as rotina dos VERDADEIROS policiais, e não os DETETIVES, PROTETORES DE TESTEMUNHAS, etc, que os procedurais costumam mostrar. Vemos ali a realidade mais nua e crua.

    Chuck sem comentários, ainda não vi, mas já imagino o que vem. A trupe de JS está inspiradíssima.

  11. Simone Miletic

    Tiago,

    Comida de bola de quem assistiu a 07 episódios em dois dias. Ainda que eu escapei de elogiar ela no review, porque adorei ela e Navid no episódio anterior.

    Mica, Claire e Maria Eduarda,

    Na verdade essa é a novidade que Donna vem contar para Kelly. Ela e David estariam morando no Japão e como estão se separando ela pensa em voltar para LA.

  12. Mica

    Mas eu achei a maior sacanagem, Si! Quando ela finalmente fica definitivamente com o David, eles separam o casal só para trazê-la de volta à série? Não é justo! Poderiam ter arrumado qualquer outra novidade para fazê-la procurar a Kelly.

  13. Vinicius

    A série 90210 é muito ruim. emboa parte devido a protagonista, Annie, que só sabe fazer careta. A atriz é muito ruinzinha, tanto que já rifaram seu personagem, que esta aparecendo muito pouco.
    Pra salvar a série, os produtores poderiam ressuscitar a briga entre a Kelly e a Brenda. e avolta do Dyllan seria bacana.
    Enfim, trazer de volta os atores originais seria muito bom, pois poderiamos acompanhar o que aconteceu após o FInal Feliz da série e ver que a vida muda pra todos com a idade, inclusive pra quem mora em Beverly Hills.

  14. Paulo Antunes

    Reply para Mica,
    >Mas eu achei a maior sacanagem, Si! Quando
    >ela finalmente fica definitivamente com
    >o David, eles separam o casal só para
    >trazê-la de volta à série? Não é justo!

    Mica, mas faz quase nove anos que a Donna e o David casaram! A maioria dos casamentos nos Estados Unidos hoje não dura tanto assim!

    Vinícius, a questão de 90210, e a nova produtora já sabe disto, é que não adianta trazer personagens do passado se eles não se relacionam com os novos, e mais ainda se os novos são um saco. Neste momento é melhor mesmo descolar uma série da outra e não ficarem nos lembrando que a antiga era bem melhor

  15. Fernando dos Santos

    Primeval:Não acredito que o Cutter realmente morreu.A série é ficção cientifica portanto penso que vão dar algum jeito para ele voltar.

    Lost-A fase da enrolação finalmente ficou pra trás e agora felizmente as respostas aparecem em ritmo quase ininterrupto, ainda que novos mistérios surjam.

    Southland-Este série policial provavelmente é a melhor estreia do gênero na temporada 2008-2009, estou torcendo pela renovação.

    South Park-este desenho mostrou que ainda está longe de se esgotar.

  16. Claire

    Reply pra Mica,Paulo?!hahaha..acho que ela queria um casamento eterno,tipo “até que a morte os separe” pra Donna e o David,so cute!!!!
    Obrigado pelas respostas Simone e Maria Eduarda.

  17. Mica

    Exatamente, Claire ^_^. Eu torci pelos dois a série inteirinha, o mínimo que eu poderia esperar é que os dois ficassem juntos e felizes para sempre ^_^. Sou uma romântica incurável. Cética, mas incurável, hehehe

    Sobre Primeval, Fernando, pelo que eu soube o Cutter só morreu pq o ator pediu para sair. Mas, confesso, gostaria MUITO que dessem um jeitinho para inseri-lo na trama novamente. As coisas não são as mesmas sem o Cutter.
    O que eu gostei é que Helen não o matou por megalomania dela, mas pq acreditava realmente que era a única forma de evitar um futuro catastrófico.

  18. Fernando dos Santos

    Mica, obrigado pela informação.Eu não sabia que o ator havia pedido para sair, isso torna a volta do personagem mais difícil.Se acontecer será apenas em participações especiais.

  19. Juninho

    Heroes começou com um volume morno,e agora tem apresentado ótimos episodios,esse ultimo eu gostei bastante,legal saber como surgiu a compania,o episodio tornou mais relevante algumas atitudes da Angela que sempre se mostrou meia vilã,mas que embora não justifique tinha motivos para fazer o que fez,agora só falta mais dois episodios para encerrar a temporada,e o proximo episodio parece ser muito bom!

  20. Túlio

    Prison break decepcionou muito. O início da quarta temporada prometia, bem melhor que a terceira… mas ficou um samba do crioulo doido.

    é uma pena.

  21. Daniele

    Oi Mica!!

    Então, eu não gostei mto dela, eu achei q ela aceitou mto bem tudo! Não existe alguém bonita, aventureira, perfeita! Sei lá, achei ela quase perfeita demais, tirando o fato de não achar q ela tenha um coração, na parte q ela fica dizendo q quer tirar os restos mortos dos cabelos, algo assim, achei ela mto insensivel! Mas tenho q ser honesta, eu achei a Donna a melhor acompanhante, e ela sendo logo depois, dificilmente eu ia gostar…rsrs….mas não a achei ruim como foi a Marta.
    O que vc achou dela?
    Eu também achei este episódio bem leve! E estou com o coração na mão com a saída do Tennant.

  22. Mica

    Bom, Donna também foi minha acompanhante preferida (embora eu seja maluca pela Rose também) e eu sinto dor no coração só de pensar na forma como ela se foi.
    Lembro que quando Donna apareceu pela primeira vez no The Runaway Bride eu adorei e disse que ela seria perfeita para acompanhante e todo mundo (ok, quase todo mundo) discordou de mim. Aí ela voltou e meio mundo se apaixonou.
    Martha foi um atraso de vida e por mim poderiam explodir a personagem. Certo, certo, nem tanto, mas ficarei feliz se ela nunca mais der as caras.
    Já a Cristina eu gostei muito. Adorei justamente esse fato dela ser totalmente aventureira, viciada em emoção. Esse foi o motivo dela ter aceitado tudo numa boa. No fundo ela buscava por esse tipo de coisa alienada em sua vida. Encontrar o Doutor foi a melhor coisa que poderia acontecer para ela. E o fato dela aparentemente não ter coração foi um plus. No fundo ela não era má pessoa, apenas era mais centrada em si mesma do que nos outros, um mal comum à nobreza (e aos ricos e poderosos, mesmo quando falidos).
    O interessante é que ela era tão igual ao Doutor que não havia como os dois ficarem juntos. Donna disse a ele que o Doutor precisava de alguém que o parasse quando fosse necessário e embora Rose e Martha o mantivessem ‘no chão’, era Donna quem melhor o mantinha são. Se ele tivesse aceitado Cristina na TARDIS, o mundo estava perdido. Não haveria ninguém para fazê-lo retroceder nos seus momentos de desatino, muito pelo contrário, a Cristina seria a primeira a embarcar na dele e ir para o caminho que trouxesse maior adrenalina.
    Quanto a saída do Tennant, tenho assistido algumas coisas com o Matt Smith, o próximo Doutor. Estranhei a princípio, mas cheguei a conclusão de que ele é uma graça. Carismático na tela e bem estranho. Dependendo da caracterização que fizerem no Décimo Primeiro, ele será um Doutor interessante.
    Nossa, quando o Eccleston saiu eu quase enfartei. Adorava-o e até hoje ninguém o substituirá no meu coração. Mas com o tempo acabei pegando carinho pelo Tennant também. Acredito que aprenderei a amar Matt Smith mais cedo ou mais tarde. Agora, que a série terá um novo clima, terá. o Moffat é bem mais sombrio que o Russell T. Davies.

  23. Patricia E.

    CSI

    Há tempos não acompanhava CSI, só um ou outro episódio. Resolvi conferir este na curiosidade (participação de Kate Vernon, cameos de Grace Park e Ronald D. Moore) e adorei.

    A última frase antes da abertura me fez chorar de rir.

    E essa parte: “Deixa ver se eu entendi: um nerd pega uma série sci-fi de gosto duvidoso dos anos 60 e lhe dá uma roupagem mais atual e realista, tirando a nave, é claro, e isso deixa os outros nerds putos o suficiente para espancá-lo e matá-lo?” :D

    Esse episódio me fez lembrar também do filme Galaxy Quest (que no Brasil teve o título infeliz de “Heróis Fora de Órbita”), que era uma sátira do universo de Jornada nas Estrelas e de todo o lance dos fãs e convenções sci-fi. Quem é fã do gênero se divertiu com as trocentas referências.

    E sabe que até gostei do Fishburne? Foi estranho ver CSI sem o Grissom, mas ainda assim, gostei.

  24. Jorge P. - DF

    Outro dia vim aqui e esculhambei esta temporada de Lost. Parece, que como na 3ª temporada, Lost vai se encontrando nos episódios finais, depois de 12 episódios lamentáveis. Que bom que existe esperança! Ah, este episódio foi bom, mas o anterior foi o melhor da temporada.

  25. Daniele

    Mica!

    Espero que vc ainda leia aqui..rsrsrs….concordo plenamente com vc se a Cristina viajasse com o Doctor, não só não tentaria colocar juizo na cabeça dele qdo necessário como colocaria pilha para ele abusar…rsrsrs
    Eu e minha amigas criamos uma comu do dr who no orkut, se der entra lá, é uma pequena com umas 12 pessoas eu acho….a gente comentou mtos episódios. Temos um blog q falamos de atores, filmes e minisséries (todas somos viciadas em tudo da BBC).
    Eu adorava o Eccleston, mas como fui apresentada ao Dr Who no final do ano passado, assisti tudo de uma vez então me acostumei facilmente com o David….sobre o Mat Smith eu assisti dois filmes dele com a Billie Piper e gostei. Vou torcer para que ele arrase! Pois vai ser dificil para ele!

  26. Andrea

    Alguém sabe quando esse epi do South Park vai passar no Brasil??? Quero dar mais risada do Lula do que venho dando ultimamente…..;p

  27. douglas

    será q só eu gosto das tramas mirabolantes e confusas de prison break?? rsrs
    n consigo enjoar, mas acho bom mesmo acabar nessa temporada…tem coisa demais acontecendo pra uma família só…

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