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Spoilers

A Semana Lá Fora: a estreia de Defying Gravity, episódio histórico de Burn Notice e a volta de Monk

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Defying Gravity - Piloto

O drama Defying Gravity estreou no domingo, dia 2, nos Estados Unidos com uma estrategia de marketing que na mesma proporção que atraiu, deve ter repelido muita gente. Afinal, a série está sendo chamada de “Grey’s Anatomy no espaço”. “A Semana Lá Fora” conferiu os dois primeiros episódios e vai contar o que se pode esperar do seriado.

A coluna vem ainda com outras 12 reviews, com destaque para a estreia da temporada final de Monk e o episódio que encerrou a primeira metade da temporada de Burn Notice – com recorde de 7,6 milhões de telespectadores, o drama acaba de roubar de Monk o título de maior hit do canal USA.

Completa a coluna resenhas de Weeds, Hung, Nurse Jackie, Hawthorne, True Blood, Warehouse 13, Dark Blue, The Closer, Make It or Break It e 10 Things I Hate About You. Confira!

Defying Gravity: Piloto e Natural Selection (1×01 e 1×02)
Exibição: 2/8/2009
MVP: n/a

Para ter sucesso Defying Gravity terá de demonstrar melhor a que veio. É um seriado de ficção científica, mas o clima é bastante realista, lembrando muito o filme Apolo 13, com naves, trajes e tecnologia não muito diferente da atual, apesar da história acontecer 50 anos à frente.

No primeiro episódio somos apresentados àquela que seria sua trama principal: Ron Livingston (Standoff, Sex and the City) faz o protagonista, Maddux Donner, astronauta que participa de uma missão a Marte e é obrigado a deixar dois de seus colegas no solo do planeta para sobreviver a uma tempestade. Um desses colegas é nada menos que sua namorada.

Dez anos depois ele é um dos responsáveis em Terra por uma missão em que oito astronautas viajarão pelo espaço, com a primeira parada em Vênus, por longos seis anos com propósitos de pesquisa. Nada de alienígenas ou monstros, apenas o ser humano enfrentando aquele que seria seu verdadeiro desafio: a sobrevivência no espaço.

Dois dos tripulantes apresentam uma doença cardíaca e Donner e seu amigo da primeira missão Ted Shaw têm de substituí-los no espaço. Como Shaw é marido de uma das manda-chuvas do pedaço ela acaba contando ao marido algum segredo por trás da missão, que poderia trazer perigo aos membros da tripulação.

No segundo episódio entendemos que o segredo está trancado em um dos locais da nave. Shaw não resiste de curiosidade e resolve ir até lá e, ao que indicou o final do episódio, ele pode não sobreviver para contar aos demais o que sabe.

O piloto funciona um pouco melhor que o segundo episódio – apesar da cena de sexo no espaço totalmente desnecessária – só que você fica com a sensação de que algo está faltando. Tanto é que, a melhor cena do episódio, acaba sendo o Ganesh preso sobre a nave enquanto ela se afasta do planeta Terra. (Simone Miletic)

Monk - Mr. Monk Favorite Show

Monk: Mr. Monk Favorite Show (8×01)
Exibição: 7/8/2009
MVP: Tony Shalhoub

Quem diria que Monk teria um seriado preferido em sua infância?0 E quem diria que ele fosse tão fanático por este seriado que soubesse absolutamente tudo sobre ele, visse e revisse cada episódio centenas de vezes e até colecionasse coisas cobre ele? Pois Monk fez tudo isso, e não tem como um fã de seriados não se identificar com ele neste primeiro episódio de sua última temporada.

É claro que os mais “normais” não ficam tão decepcionados quanto Monk ao descobrirem a verdade sobre os atores de seus seriados preferidos – apesar de algumas vezes termos raiva deles por causa de seus personagens – nem ao menos consideramos a família do seriado nossa segunda família – cof, cof – mas todo o resto é bastante real.

Elizabeth Perkins também se sai bem no papel de atriz em fim de carreira que escreve livro de fofocas e que é capaz de matar para manter algum glamour – apesar de ela não estar mais tão bonita quanto eu me lembrava dela.

Agora, ver Tony Shalhoub de peruca e calça boca de sino já valia qualquer falha que o episódio tivesse, apesar de eu não ter visto nenhuma. (Simone Miletic)

Weeds: Suck ‘n’ Spit (5×09)
Exibição: 3/8/2009
MVP: Justin Kirk

Bom, parece que Weeds sairá da monotonia. Pelo menos, é o que espero. Antes de começar a narrar os fatos finais, vale algumas observações em torno do capítulo que, se não fosse exatamente pelo encerramento, seria mais um episódio morno como tem sido esta temporada. Algumas cenas engraçadas aqui e ali, vemos que as tramas estão deslocadas em relação aos personagens. Aqui, vimos Andy assumindo cada vez mais a função de pai do bebê de Nancy, muito por conta do sumiço de Esteban. No entanto, isso serviu como um pretexto para que Andy tentasse algumas investidas, mas sem muito sucesso.

Realmente, não sei qual será o futuro desse “casal”, se é que posso tentar chamá-los dessa maneira. Sem muitas surpresas, o capítulo estava caminhando para um desfecho enfadonho, até que algo finalmente aconteceu.

Esteban ouviu os conselhos da mulher que ele teria que se casar, e resolveu seguir os caminhos da felicidade. Pediu em Nancy em casamento. Mas ele não contava que a sua cabeça vale um prêmio em qualquer lugar que ele esteja. Portanto, enquanto estava discutindo se casaria ou não, quase que ele seria atingido por um tiro que, na realidade, acabou acertando o filho de Nancy, Shane. Não me parecer ser nada grave – e nem acho que a série vai perder tempo com este laço dramático – mas, pelo menos, mostrou algum acontecimento de novo, apesar da ‘boa’ cena em que Andy ‘tira’ leite dos peitos de Nancy. Ainda estou achando esta quinta temporada de Weeds muito aquém daquilo que sabemos que a série pode mostrar, em termos de roteiro, ousadia e causador de polêmica. A série está calma e as tramas não conseguem empolgar. Uma pena! (Vinícius Silva)

Hung - Do it, Monkey

Hung: Do it, Monkey (1×05)
Exibição: 2/8/2009
MVP: Anne Heche

Depois de um par de bons episódios, Hung essa semana foi bem morno. Claro, algumas coisas bacanas aconteceram como o crescimento da personagem de Anne Heche, Jéssica, que aos poucos mostra a que veio e Tanya que, como sempre, se destaca em cada cena que aparece.

Em Do it, monkey, Ray tem dificuldades em realizar os fetiches de uma nova cliente. A moça quer que o consultor de felicidade a encontre no meio de uma estrada e, a partir daí, interprete alguém que realmente esteja interessado nela, fazendo tudo que ela pedir. Não sei exatamente o que foi, mas não achei o argumento desse episódio tão interessante como os últimos dois.

A parte cômica do episódio dessa vez ficou com Jéssica e sua mãe. A ex-esposa de Ray se mostra cada vez mais preocupada com a aparente crise financeira repentina enfrentada pelo marido banana, Ron. Os diálogos dela com sua mãe foram muito bem sacados e engraçados. Outro ponto alto foi a discussão entre Tanya (totalmente histérica) e o professor do curso de auto-ajuda, Floyd – aposto que qualquer mulher no lugar dela teria dado um baita tapa no rosto daquele cara. Não consegui parar de rir com ela gritando e mandando ele longe após ele ter dito que não a achava uma mulher feia.

Espero que os próximos episódios de Hung não sigam nessa gangorra de bons e mornos, assim como ficaria bem feliz se não dessem continuidade à trama da cliente dessa semana – o que, aparentemente, irá acontecer. (Ivan Guevara)

Nurse Jackie: Pupil (1×08)
Exibição: 27/7/2009
MVP: Edie Falco

O melhor nos episódios de Nurse Jackie é aquele humor sarcástico, pesado, que fica no ar – mas que pode passar tranquilamente despercebido aos mais distraídos. Afinal, depois de tantos anos acompanhando dramas médicos repletos de “redes” de relacionamentos, tragédias, sangue e afins, essa é a parte mais atraente na série de Edie Falco. Porém, em Pupil, é exatamente isso que falta.

Os melhores – e mais imorais – diálogos geralmente acontecem entre Jackie e a Dra O´Hara, que foi praticamente excluída do episódio com apenas uma cena de dois minutos pouco atrativos.

A trama do enfermeiro drogado não colou, mas a ironia de Zoey tentando identificar viciados foi uma boa sacada. Afinal, é sempre difícil perceber os problemas de quem está ao seu lado.

O Dr. Cooper e o seu jeito caricata me incomodam muito, porque isso sempre quebra o clima da série. O personagem quase sempre está fora do tom, perdido. Parece mais familiar à Scrubs.

Enfim, faltou sarcasmo e sobrou drama, o que deixa a série sem graça. Afinal, se for para assistir histórias melosas sobre problemas familiares é melhor alugar um DVD de Grey’s Anatomy. (Gabriel Bonis)

Hawthorne - Trust Me

Hawthorne: Trust Me (01×08)
Exibição: 4/8/2009
MVP: Sarah Lancaster e Judy Reyes

Eu só não desisto de Hawthorne porque faltam poucos episódios para o final. Vai que alguma coisa muda e algo muito legal acontece. O episódio valeu pelas participações especiais. Sarah Lancaster (Chuck) e Judy Reyes (Scrubs) realmente são ótimas. E suas atuações foram corretas, levando em conta que as histórias de suas personagens não foram das mais elaboradas. Tudo foi muito previsível. E as aulas de direção de Camille que eram para dar um tom mais cômico não funcionaram.

A enfermeira Jackson para mim é a única personagem que funciona desde o piloto. Essa coisa da Hawthorne se meter na vida de todos os pacientes e não ganhar punição alguma me incomoda. (Tive o mesmo problema com Grey’s Anatomy). E o que aconteceu com os cabelos do Ray? (Tati Leite)

True Blood - Release Me

True Blood: Release Me (2×07)
Exibição: 2/8/2009
MVP: Michelle Forbes

Cada novo episódio de True Blood sustenta o porquê da série ser a mais hypada do momento. E, preciso ser sincero, a trama da Maryann tem sido muito mais interessante, pelo menos até o momento, do que a Fellowship of the Sun VS Vampiros.

Ok, então Maryann é uma Mênade. Após um ou dois cliques descobri que esses seres, de acordo com a mitologia grega, eram mulheres seguidoras e adoradoras do culto do deus Dionísio. Os mistérios que envolviam o tal deus, provocavam nelas um estado de êxtase absoluto, entregando-se a desmedida violência, derramamento de sangue, sexo, embriaguês e autoflagelação. Alguma semelhança? Bom, dito isso, minha dúvida é: o que diabos Maryann ia fazer com Sam naquela cena (muito bem executada) do início do episódio?

Alguém ainda aguenta ver a Tara servir de marionete nessa temporada? Pô, saudade dela como personagem forte como nos primeiros episódios. Outro ponto chato são os flashbacks envolvendo Bill e sua criadora, baita encheção de linguiça aquilo.

O ponto alto, pra variar, é a Jessica. Não tem como não sorrir vendo toda preparação que o Hoyt fez para a primeira vez dos dois, ao som da propícia música “Bleeding Love”.

O jeito agora é ter paciência para esperar o próximo episódio e descobrir como é que Godric apareceu do nada e salvou Sookie na hora H e, principalmente, o que ou quem o mantém dentro da Fellowship of the Sun. (Ivan Guevara)

Warehouse 13: Elements (1×05)
Exibição: 4/8/2009
MVP: Saul Rubinek

Elements foi um dos episódios menos interessantes da série até agora (depois, é claro, do catastrófico piloto), mas teve seus bons momentos. Eu particularmente adorei rever Joe Flannigan, a quem não via desde o término de Stargate Atlantis. E ele estava muito bem nesse episódio, fazendo um investidor de passado meio duvidoso e que nos deixou na incerteza sobre suas atitudes até quase o final. E a química entre Jeff (Flannigan) e Myka funcionou muito bem. Infelizmente a série parece que está investindo em um possível relacionamento entre Myka e Pete. Não estou muito contente com essas tiradas e pequenas demonstrações de ciúmes entre os dois.

O que gostei foi da resolução do caso de Claudia. De fato recuperar o irmão era o projeto de vida da garota e agora que ele está de volta entre os vivos, a própria existência de Claudia ficou sem propósito. Por isso foi muito bom Joshua ter aceitado o emprego na Suíça e assim permitir que a garota buscasse os próprios caminhos. E melhor ainda foi Artie tê-la aceitado no Depósito. Assumo que a atriz virará regular e assim espero. Claudia pode ser incrivelmente irritante, mas eu gosto da garota.

E por falar em gostar, outra que eu gosto muito é de Leena. A percepção aguçada da moça é sempre bem vinda e o time está ficando afinado. Isso muito me agrada. (Mica)

Burn Notice - Long Way Back

Burn Notice: Long Way Back (3×09)
Exibição: 6/8/2009
MVP: Jeffrey Donovan, Bruce Campbell, Sharon Gless e Gabrielle Anwar

A primeira reação ao terminar o episódio foi: falta muito para janeiro chegar? Sério, é impressionante como Burn Notice fica melhor a cada temporada. Fica difícil até saber por onde começar. A participação de Paul Blackthorne foi sensacional e serviu para explicar um pouco mais sobre o passado de Fiona e Michael. Aliás, a cena que abre o episódio com Mike olhando as fotos de Fi e toda a discussão do casal foi uma boa aula de como casais podem sim existir em séries de ação. Basta saber escrever. Tudo que precisava ser dito para o público sobre como a separação estava afetando os dois foi transmitida sem precisar tornar tudo muito chato.

O desespero de Western com o seqüestro de Fi foi convincente. Eu confesso que me assustei quando ele atirou em Strickler. Não esperava por essa. E apesar de toda a tensão do episódio como sempre tivemos os momentos divertidos. Como Sam deixando claro que faria tudo para salvar Fiona e segundos depois pedindo para Michael nunca revelar isso a ela. Realmente, imagina como não seria a vida de Sam se Fiona soubesse que ele se importar com ela?! Michael realmente não deveria ter aceitado trabalhar com Strickler. Agora ele não só perdeu a chance de retorno ao antigo emprego – o que na verdade era óbvio que iria acontecer caso contrário a série perderia o sentido – e ainda terá que tentar descobrir quem está atrás dele. (Tati leite)

Dark Blue: K-Town (1×04)
Exibição: 5/8/2009
MVP: Logan Marshall-Green

Fica difícil gostar de um grupo de detetives liderados por Dylan McDermott, ele é muito limitado e, como já comentei por aqui, Carter por muitas vezes se parece com Duncan, personagem de Dylan na cancelada Big Shots – e por isso, não consigo vê-lo como um detetive em busca de justiça. Dito isso e já devidamente apresentados todos os personagens, suas fraquezas e seus pontos fortes, assistimos o quarto episódio esperando a ação.

Mas a ação demora muito pra chegar e quando chega, acaba logo. Chega a ser frustrante você esperar o episódio inteiro pra um tiro sair, ou alguém ser torturado, ou pelo menos sentirmos medo pelos protagonistas e tudo se resolver tão fácil. Em K-Town, Dean e Ty estão atrás de uma gang coreana, mas não se entendem quanto à estratégia e a operação é afetada com os elementos básicos e corriqueiros que afetam policiais: a esposa civil de um deles, já que isso muda a perspectiva no trabalho, e o envolvimento sexual – e por que não emocional – dos outros dois parceiros.

Acho que falta um pouquinho de criatividade em Dark Blue e com certeza um pouquinho de adrenalina também. (Lara Lima)

The Closer - Identity Theft

The Closer: Identity Theft (5×09)
Exibição: 3/8/2009
MVP: Kyra Sedgwick e Michael Arden

Usar atores famosos como convidados em séries policiais sempre foi um problema, pois o óbvio sempre fica escancarado quando isso acontece, e infelizmente nesse episódio não foi diferente. O papel de Cynthia Watros já estava na cara desde que foi convidada a participar da série, o que tirou um pouco a sensação de descoberta que The Closer traz consigo.

Mas ao contrário de vários outros shows policiais, The Closer sabe criar um roteiro que envolva o telespectador sem que nada soe forçado, ou que seja necessário o uso de tecnologia de última geração para resolver o caso. O que conta na série é a habilidade dos detetives, principalmente da Brenda, que já pode ser considerada uma das melhores personagens femininas da TV.

Nesse episódio ela conseguiu conciliar uma relação familiar forçada com sua investigação, e não foi nada menos que brilhante. Além disso, tivemos ótimas participações especiais de Frances Sternhagen, que interpreta a mãe da protagonista, e de Michael Arden como um possível suspeito que sofre de esquizofrenia.

E a título de curiosidade a atriz que interpreta a sobrinha de Brenda nesse episódio, é ninguém menos que a filha de Kyra Sedgwick e Kevin Bacon, Sosie Bacon. Tudo indica que a família Bacon está tomando conta da série, Kyra e Sosie atuam e Kevin dirige, mas enquanto a qualidade continuar assim, eu não ligo. (Lucas Bonini)

Make It or Break It - Run, Emily, Run

Make It or Break It: Run, Emily, Run (1×07)
Exibição: 3/8/2009
MVP: Brett Cullen, Neil Jackson e Chelsea Hobbs

Esse episódio foi bem focado em Emily, o que tinha um grande potencial para me irritar, mas até que Chelsea Hobbs esteve bem o suficiente para me distrair do fato de que sua personagem é bem chatinha. Fiquei com pena dela pela maneira como o Sasha a destratou e humilhou. Mesmo sendo a minha ginasta menos favorita, é difícil não se comover ao ver que ao contrário das outras meninas, a Emily não tem nada na vida se perder a ginástica. Porém, mesmo com a linha “tortura psicológica”, Sasha já um dos meus personagens favoritos. Ponto para Neil Jackson, que substituiu muito bem o Erik Palladino.

Quem também sempre arrasa no elenco adulto é Brett Cullen, que esteve sumido e retorna para o que parece ser uma ponta. Eu adoro o casal Keeler, então mesmo o drama deles são sendo nada de novo, foi minha parte preferida do episódio. E Payson, encantadora como sempre, querendo pegar patrocínios para manter a família unida também foi de partir o coração. Com o drama das duas protagonistas somados, esse sétimo episódio conseguiu ser um dos mais tocantes da série. E eu a cada semana me vejo mais apaixonada por Make It or Break It. (Thais Afonso)

10 Things I Hate About You: Don’t Give Up (1×05)
Exibição: 4/8/2009
MVP: Lindsey Shaw

Um episódio perfeito para Kat e não tão bom para Bianca. A história de Bianca com Joey (o quarterback mais tapado da história dos seriados…e nem ao menos bonito ele é para dar um consolo) foi chatinha e só serviu para demonstrar que Bianca é ainda mais fútil do que parece ser (embora tenha um bom coração). Mas fiquei morrendo de pena de Cameron sem camisa (e todo molhado) na porta da casa da garota. Muito azar o dele.

Gosto da teimosia da Kat na maioria das vezes. Há ocasiões em que ela exagera, mas essa não foi uma delas. Achei legal ela tentar (e conseguir) mostrar que uma mulher não precisa de um homem para fazer tudo por ela. Mas é como o seu pai disse, não há vergonha em pedir ajuda. Não é questão de ser homem ou mulher, é questão de saber o que se está fazendo ou não, e pedir ajuda para quem sabe (ou não, como o pai, mas isso não vem ao caso) e pode ajudar.

A interação de Kat e Patrick foi perfeita nesse episódio e eu não tirei a razão do rapaz em nenhum momento. Ela realmente pisou na bola com ele (e realmente o persegue, embora seja uma perseguição às avessas) e precisava mostrar que no fundo é um ser humano. Estou curiosa para saber como a série irá desenvolver esses relacionamentos todos. (Mica)

Legenda:
MVP é a sigla Most Valuable Player, termo usado pela imprensa americana para indicar o melhor atleta em um evento esportivo. Foi adotada pelos fãs de seriados para indicar os atores que tiveram a melhor performance em um determinado episódio.

Séries citadas:

Os textos assinados pela Redaçao TeleSéries são textos de autoria coletiva ou notícias escritas por um redator anônimo, mas sempre revisadas com a máxima precisão jornalística.

19 Comments

  1. Lucía

    Relamente MAke it vem me conquistando a cada semana e 10 things vem bem mais atras mas esta vindo me pegar…

  2. Fernando dos Santos

    Defying Gravity-Estou curioso pra conhecer esta série apesar da comparação com a banal e novelesca Grey’s Anatomy.Espero que tal comparação seja apenas um mal entendido.

    True Blood-As mênades também são chamadas de bacantes, por causa do deus Baco(Dionisio na mitologia grega).

    Nurse Jackie-“Afinal, se for para assistir histórias melosas sobre problemas familiares é melhor alugar um DVD de Grey’s Anatomy.”(2)
    O Gabriel Bonis definiu Grey’s com precisão.

  3. Victor Hugo

    True Blood
    Pensava que só eu achava isso sobre Tara. Cara, me irritou qdo ela cedeu a Marion e ainda não descobriu tudo. Mas apesar disso a série tem mostrado um ritmo e tbm fiz a mesma pergunta ao final de TB.

  4. Victor Hugo

    The Closer 5×09
    Acabei de ver e achei novamente um episodio fantastico. E que legal saber q a filha real de Kyra faz a sombrinha dela na série. Eu achei q o assasino fosse o filho do acusado..nunca passou na minha cabeça q fosse outra pessoa

  5. Mica

    Eu estava determinada a não assistir Defying Gravity, mas o review me chamou a atenção.

  6. Pedro Paulo

    Burn Notice: assisti essa semana o episódio 2×12, acho que é esse, e deu muita pena ver todo o desespero do Michael ahando que a Fiopna morreu no incêndio.

    Essa série é incrível. Fora que 7,6 milhões (puxa!) tem semanas que lidera a audiência da tv a cabo, ultrapassando The Closer.

    Só tenho uma coisa a dizer a respeito dessa audiência toda: MERECE, MERECE, MERECE MUITO!!!! Essa série é ótima!!!!!!

  7. Thomaz Jr.

    TRUE BLOOD:Ao contrario, eu tô preferindo Dallas a Bon Temps.
    A igreja sempre rende dialogos mais interessantes, como o do pós sexo de Jason e Sarah.

    HUNG: acho que assisto por falta de opção. Não que a série seja ruim, mas deixa a desejar, principalmente, por ser HBO.

  8. Victor Hugo

    Pedro Paulo
    Assisti brun notice hj ao 2×13… nós estamos quase lá…hehhehe

  9. Caio

    Eu tô amando mais ainda True Blood. O que é bom é ver a consistência que os autores têm, sabem sempre onde tão indo com a história e seus personagens.

    As duas histórias tem seus lados positivos. Amava a da MaryAnne, mas no oitavo já comecei a achar que não tá indo pra frente. Mas quem rouba a cena mesmo é a Jessica, o maior acerto do autor. Acho muito fofo o romance dela com o Hoyt.a própria autora dos livros já disse que queria muito ter tido a idéia dela, pois é uma otima personagem

  10. Thiago Sampaio

    Virei fã de Warehouse 13 desde o piloto, mas preciso concordar que ela vem derrapando de vez em quando.

    Mas tenho duas opiniões meio que opostas às da Mica (não Myka, a Mika daqui mesmo): não tenho problemas com um início prematuro de romance entre Pete e Myka (eu acho ela simpática… e boa atriz, vai), mas tenho minhas dúvidas quanto à entrada de Claudia no elenco fixo. Isso sim é cedo demais, não?

    No mais, prefiro quando as coisas acontecem em cidades pequenas. Quando é em maiores, como Chicago e NY, a coisa parece mais séria e… fica essa coisa de “perigo em escala global”, o que não precisa acontecer numa série sem pretensões. No mais, acho que vou acompanhar até ser cancelada. Gostei mesmo.

  11. Pedro Paulo

    Victor, eu estou no 2×14, quase na season finale… pra começar logo a que parece ser a melhor temporada de Burn Notice: a 3ª!!! Estamos próximos!!!

  12. Lara Lima

    Hawthorne: Meu Deus, tudo foi horrível. Mas acho que o pior foi Cristina indo na casa da ex paciente porque achava que ela sofria violencia domestica. Ela se intromete demaissss.

    Warehouse 13: A minha dúvida antes de assistir Elements era o destido de Joshua e Claudia. Já pensou se ele permanece no depósito? Complicado. Agora quanto a Claudia, acho que é um pouco cedo pra falar, mas gostei bastante de sua relação com Artie e a princípio gostei que ela ficou.

    10 Things: “quarterback mais tapado da história dos seriados…e nem ao menos bonito ele é para dar um consolo” ahuaahhuahauahauahu!!!

  13. Thiago Sampaio

    Hawthorne parei já no segundo epi. Foi uma desgrama de ruim! O pior episódio de seriado que já vi na minha vida, e não sei como essa coisa conseguiu uma renovação pra 2ªtemp. Argh!

  14. Rodrigo B.

    Também desisti de Hawthorne no mesmo episódio que o Thiago, e pelo que falam por aqui, só tem piorado. Realmente é chocante que isso tenha sido renovado pra uma segunda temporada, mas mais impressionante ainda é que a audiência continue bastante estável em relação ao início da série.

    No mais, senti falta de uma review de Royal Pains. Nem tinha noção que o Bruno Campos apareceria no episódio.

  15. Lara Lima

    Thiago,

    Mas se você não gosta de Greys, Hawthorne deve ser um tiro no pé. Eu continuo assistindo peo mesmo motivo que a Tati, vai que alguma coisa melhora né?

  16. Thiago Sampaio

    Pois é, Lara. Até entendo essa de “se cheguei até aqui, vou até o fim”, mas aquele segundo episódio com piadas sem graças… Nossa, já fui tarde. Negócio que fiquei é muito surpreso com a renovação da série.

  17. Danilo

    The Closer.
    Eu adoro a mãe da Brenda, é sempre bom quando ela faz uma visita, pena que o Clay não veio juntos. Achei a filha da Kyra bem parecida com ela. Acho que vai ser interessante a sobrinha dela ficar com ela, já que a Brenda não quer ter filho de jeito nenhum. O capítulo foi bom, como sempre.

    True Blood.
    Fica cada vez melhor. Gostei muito desse, fiquei surpreso com a Maryann ter feito o Eggs matar a Daphne. Pode ser estranho, mas a cada episódio eu gosto mais da Maryann e suas bizarrices. Eu também sinto falta da Tara forte.

  18. Zilka

    Eu não aguento mais exatemente as mesmas coisas que foram colocadas aqui. Penso já estar chato mesmo a Tara, que era tão esperta, não se ligar nunca sobre a Maryann. E concordo que a coisa mais querida do momento é a Jessica e o Hoyot. Pena a situação do episódio 2×8!!! Tadinhaaa !!! Em compensação, a Sookie enfrentando a vampira foi demais !!!!

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