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15 Razões

15 razões para assistir séries britânicas

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Reino Unido. Terra da Rainha. A ilha mais elegante do mundo. Tradicional e ao mesmo tempo moderna. Clássica e ao mesmo tempo futurista. Um lugar paradoxalmente singular. Ficar listando todas as qualidades desses quatro países é uma tarefa no mínimo árdua, pois a lista é imensa: paisagens fantásticas, história épica, construções que parecem saídas de contos de fadas, uma das culturas mais ricas e interessantes do planeta, que consegue absorver as características de cada pessoa que passa por lá mas sem perder a própria essência… Um lugar simplesmente fantástico. E é claro que um lugar fantástico só poderia produzir conteúdo cultural fantástico. Cinema, literatura, música… Boa parte dos grandes nomes dessas áreas veio de lá. E claro, não poderia faltar a televisão.

Estamos na era das séries britânicas. Nunca antes as produções de lá tiveram tanta visibilidade e sucesso mundo afora. Mas isso não é coincidência, não mesmo. A qualidade das produções televisivas deles é de uma excelência que vai além de qualquer padrão norte-americano, que hoje é o ponto de referência de produção para a TV (por pouco tempo). É muito difícil encontrar alguma série/minissérie/telefilme britânico que tenha recebido uma crítica realmente ruim, isso é um fato. Os caras tem a manha e têm consciência disso, e graças a isso temos visto cada vez mais obras-primas da televisão mundial.

Espera, você ainda não assiste nenhuma série britânica? Heavens! Oh dear! Precisamos corrigir isso urgentemente! O quê? Você quer uma razão do por quê deve assistir séries britânicas? Nós temos mais que uma razão, temos 15 razões para te convencer de que séries britânicas são legais, ou como diria o Doctor: “I watch british shows now. British shows are cool!”

15 – Locações

O Reino Unido é um dos lugares mais lindos do mundo. Fato! As paisagens daquele lugar são algo fora do comum. Qualquer coisa que for filmada lá, mesmo que seja muito ruim pelo menos vai ser bonita visualmente. Até as partes feias tem seu charme, pois tudo lá tem uma história por trás, e a história do lugar parece que se torna parte dele, então cada ruela, beco, estrada, praia isolada, floresta, casa abandonada, todos eles ganham algo a mais e se tornam lugares únicos e encantadores. E as séries são um prato cheio para você se deliciar com esses lugares mágicos e imaginar todas as coisas fantásticas que aconteceram neles e que ainda podem acontecer

 14 – História Britânica

Vai me dizer que você menino nunca brincou de Rei Arthur e Os Cavaleiros da Távola Redonda? Ou que você menina nunca brincou de ser uma lady tomando o chá das 5h com suas amigas? Tenho quase certeza que sim. Esses são só alguns dos elementos históricos do Reino Unido que estão enrraigados no imaginário popular mundial e que são retratados com excelência nas séries e minisséries. Os britânicos tem fetiche com a sua história, e adoram retratar cada período dela. São inúmeras as produções de época deles: Downton Abbey, The White QueenLark Rise To Candleford, Call The Midwife, The Paradise, Ripper Street... E essas são apenas algumas das séries mais atuais, se formos listar todas as outras séries, minisséries e telefilmes daria um post exclusivo só sobre elas. Ou seja, se você gosta de produções de época, veio ao lugar certo.

13 – Cultura Britânica

Gracious, bloody hell, tube, Fish & Chips, telly, materubbish, flat... Se você ainda não assiste nenhuma série britânica provavelmente leu a maioria dessas expressões e pensou: “What the hell??” Essa expressões são apenas uma pequena amostra da vasta cultura dos britânicos. São tantas características interessantes no modo de viver deles: o sentido de circulação pela esquerda (o volante do lado direito do carro), o famoso chá das 5h que não é interrompido por nada (absolutamente nada), o humor britânico, que é um dos mais refinados do mundo… A lista é imensa. Se você quiser aprender um pouco sobre como é ser um britânico de coração assista às séries deles e se sinta um verdadeiro lord ou lady. Só tenha cuidado para não ficar muito exibido.

12 – Sotaques

Aaahh, os sotaques. Impossível não suspirar ouvindo os britânicos falando, os sotaques fazem tudo que eles falam ficar mais épico e elegante. Até um xingamento fica agradável de se ouvir. E com as séries você tem um prato cheio de sotaques para se deliciar. E o mais legal é que, depois de um tempo, você consegue diferenciá-los. Você vai conseguir dizer se o sotaque é inglês (do norte ou do sul), escocês (o melhor de todos), galês ou irlandês. Mas para isso, você vai precisar ver MUITAS séries. Esqueça que existem séries americanas por um tempo e mergulhe de cabeça nas britânicas,. Quando você menos esperar vai estar não só conseguindo diferenciar mas também imitar os sotaques, e isso é muito legal!

11 – Maturidade criativa

Sabe aqueles clichês e afetações típicos de filmes e séries americanas? Aquela cena ou diálogo que você já sabe que vai acontecer e fica esperando? Quando você alguma coisa acontecendo e pensa: “Aposto que fulano vai fazer isso. E beltrano vai dizer aquilo”. Então, esqueça disso com as séries britânicas. Os caras são de uma originalidade e criatividade absurdas. E como a cultura deles é bem diferente da americana, você sente que está vendo algo que nunca viu, e realmente está. É impossível não ser fisgado. E depois que você se acostumar com o estilo britânico de se fazer televisão vai achar as séries americanas afetadas e previsíveis. Exemplos práticos dessa diferença: compare série americanas e britânicas que tenham o mesmo tema e veja como eles são tratados de formas completamente diferentes, como por exemplo: The Vampire Diaries X Being Human, The Walking Dead X In The Flesh, até mesmo as versões americana e britânica de Law & Order ou as adaptações de Sherlock Holmes (Elementary X Sherlock), você vai notar a diferença, e vai preferir as britânicas, sem dúvida nenhuma.

10 – Adeus estereótipos raciais

Essa é uma questão bem mais da cultura do povo britânico, mas que fica refletida nas produções deles. Eles tentam fugir ao máximo dos chamados estereótipos raciais. Sabe quando você está vendo algum filme ou seriado americano e aparece um personagem não-branco, seja negro, latino, asiático, etc? Você meio que já espera determinadas atitudes dele, por exemplo: se for um negro, você já sabe que ele provavelmente será o mais fanfarrão e zoador da turma, se for um latino ele provavelmente irá intercalar o inglês com o espanhol, se for um asiático ele provavelmente será o mais nerd e introvertido, esse tipo de coisa. Então, no Reino Unido isso não existe, e se existe eles fazem questão de não retratar isso nas produções deles. O fato da pessoa ser de determinada raça é apenas um detalhe, não influencia em nada o comportamento do personagem, e isso é fantástico, pois um dos fatores que mais fomenta o preconceito racial são os estereótipos. E não só não influencia no comportamento, como também não limita possibilidades ao personagem, ele pode ser qualquer coisa, como é o caso de duas monarcas negras de séries: Gwen (Guinevere) em Merlin e Liz X (Elizabeth décima) em Doctor Who. Awesome or what??

9 – Especiais de Natal

Como séries britânicas são anuais, a tendência é que as temporadas (lá chamadas de series) acabem no final do ano, então muitas séries optam por fazer especiais de Natal para complementar o fim da temporada, e com isso nós telespectadores somos presenteados com obras-primas natalinas, pequenas jóias que nos fazem lembrar da magia do Natal, mas sem cair no moralismo típico americano. A série que mais se adequa nessa categoria é Doctor Who, que desde a primeira temporada do revival exibe os especiais de natal, e é impossível não se apaixonar por essas lindezas de episódios. Para ajudar a convencer você escute a música-tema do especial da quinta temporada A Christmas Carol (o melhor de todos os especiais) e suspire.

8 – Poucos episódios `

Os britânicos aprenderam uma lição bem marota há muito tempo: menos é mais! As séries são extremamente curtas em comparação com as americanas. As mais longas tem no máximo 13 episódios por temporada. É claro que ninguém fica satisfeito com isso, mas é aí que mora a genialidade: fazer todo mundo pedir por mais. Não é muito melhor você ver uma série com poucos episódios mas todos excelentes do que ver uma com temporadas longas e intermináveis de 20 e tantos episódios e que no final acaba ficando chata e repetitiva e você se vê implorando para que ela seja cancelada? Além disso, com séries curtas você ainda consegue ver séries inteiras em um período de tempo incrivelmente curto. Com tantas vantagens quem liga para temporadas longas?

7 – Qualidade Cinematográfica

Se você é cinéfilo e ainda não assiste nenhuma série britânica, corre! Você não sabe o que está perdendo. Cada uma mais bem dirigida que a outra. Quem entende de cinema e gosta de filmes em que as imagens contam as história fica deslumbrado quando vê as cenas geniais que rolam nas séries. Alguns exemplos: a cena de Sherlock no episódio A Scandal in Belgravia em que Sherlock e Irene estão tentando resolver o crime juntos e se imaginam na cena do crime, e ainda em Sherlock quando que ele e John estão conversando em frente a uma lareira e as imagens dos dois oscilam entre si, ou então uma cena de um episódio da segunda temporada de Downton Abbey, quando os Grantham recebem os soldados feridos em sua casa, e vemos um dos planos-sequência mais perfeitos da história. Você até esquece que está vendo uma série de TV, tamanha a perfeição a nível de cinema, e quando termina de assistir levanta do sofá e fica aplaudindo enquanto os créditos estão rolando.

6 – Aberturas

Você é daqueles que tem saudade das lindas aberturas de séries de antigamente, com aquelas músicas-tema maravilhosas e inconfundíveis, e detesta essa moda atual das aberturas de 10 segundos? Pode ficar tranquilo pois no Reino Unido essa moda não colou. Quase todas as séries tem aberturas épicas e com músicas-tema mais épicas ainda, e as que não tem geralmente têm um motivo na história para não ter, como é o caso de Being Human, que sempre tem uma narração de algum personagem sobre algum relacionado ao que acontece no episódio e a narração se intercala com a abertura, ou Black Mirror que tem uma abertura curta mas que cabe perfeitamente no contexto da série. Abaixo uma amostra das aberturas épicas feat. perfeitas.

 

5 – Trilhas Sonoras

Não é necessário dizer nada nessa razão, as trilhas falam por si mesmas.

 

4 – Fandoms

Os fandoms das séries britânicas estão entre os mais animados, enlouquecidos, marotos, pró-ativos e entusiastas da história dos fandoms. Como são poucos episódios por temporada, tecnicamente há pouco conteúdo para sustentar os fandoms, mas isso não é, nunca foi nem nunca será um empecilho para os Brits Fandoms, muito pelo contrário! A produção é massiva. Os fãs ocupam 110% do tempo comentando, criando teorias das mais mirabolantes (nível de roteirista), escrevendo fanfics, produzindo imagens loucamente (principalmente GIFs)… Enfim, eles vivem em função do fandom. E, claro, não podemos esquecers dos crossovers. Um dos principais fetiches dos fandoms são os crossovers de séries, sendo o mais famoso deles o primeiro e único Wholock (Doctor Who/Sherlock), um ode às duas séries que mais geram fãs entre os Brits Fandoms, e que tem como objetivo principal mobilizar o Sr Steven Moffat (Showrunner de ambos) a fazer um crossover oficial entre as duas séries. E então, se interessou em entrar para o lado britânico da Força?

3 – Reciclagem de atores  

Existe uma teoria bem marota (que ainda não foi comprovada mas tem fortes chances) de que no Reino Unido existem apenas 15 atores, e que eles revezam entre si para estrelar as séries, tipo: “Eu pego essa, você pega aquela, depois a gente troca…” Se você começar a acompanhar a TV britânica vai perceber que essa teoria faz sentido. Você encontra atores conhecidos em qualquer lugar! Não é como em séries americanas que dificilmente você verá seu ator preferido em mais de duas séries no máximo, lá você pode apreciar no mínimo 3 ou 4 trabalhos do seu ator preferido, sejam séries, minisséries, telefilmes, programas de TV, tudo! E para quem assiste Doctor Who isso é ainda mais preciso, pois o elenco de Doctor Who é gigantesco! Você vai encontrar atores que participaram em praticamente todas as séries. E isso é muito legal porque assim você pode acompanhar o trabalho daquele ator ou atriz super marotos que você curte e apreciar melhor o trabalho dele(a). E se você é fã de Harry Potter vai ter um ótimo passatempo quando assistir Doctor Who tentando encontrar todos os atores que participaram de ambas as franquias (não são poucos).

2 – Vilões

Todo mundo ama vilões, isso é um fato. A grande maioria sempre acha o vilão muito mais interessante do que o mocinho, e mesmo que ele seja odiado pelas maldades que faz, sempre terá a admiração e o fascínio do público. E os vilões das séries britânicas estão no Hall da Fama de vilões, e desse time do mal três se sobressaem: Moriarty (Sherlock), Master (Doctor Who) e Morgana (Merlin) (coincidentemente os três tem a letra M em suas iniciais). Essas três mentes malignas e doentias além de serem vilões da melhor categoria são personagens extremamente bem construídos, carismáticos e ameaçadores na mesma proporção. E, claro, com os sotaques, que são a cereja do bolo. É simplesmente impossível assistir essas séries e não ser fisgado por esses vilões, que você acaba torcendo mais para eles do que para os mocinhos. Eles são os caras e sabem disso, e não vão descansar enquanto você também não se tornar um fã. Como diria o Master: “Obey your Master!”

1 – Doctor Who

Sim, Doctor Who é um razão, a mais importante das razões na verdade. Por quê? Porque se não fosse Doctor Who as séries britânicas não teriam a visibilidade e o sucesso que tem hoje. Além de ser a série de ficção científica mais longa de todos os tempos (recorde do Guinness Book), também é a principal série britânica atualmente e a responsável por promover a TV britânica mundo afora. Quase todas as pessoas que começaram a acompanhar séries britânicas começou por Doctor Who (meu caso) e os que não começaram com certeza tem interesse em ver pois são bombardeados de propaganda e informações, principalmente se assistem séries da BBC. E além de tudo isso, Doctor Who é uma série fantástica, uma das franquias de ficção científica mais brilhantes do mundo e um marco da cultura britânica, tanto que a coisa mais rara de se encontrar é um britânico que não goste (é quase o mesmo que um brasileiro que não goste de Chaves, se você conhece alguém que não goste de Chaves, tenha medo dessa pessoa). E outra, de todas as séries mencionadas, Doctor Who é a única série que cabe em todas as razões, ou seja, você tem que assistir! Então não perca seu tempo e comece sua maratona whovian agora e seja feliz.

E então, convencido de que séries britânicas merecem ser vistas? Se sim, pare de perder tempo e comece a assistir alguma agora. Você não vai se arrepender.

Séries citadas:

Estudante de Produção Multimídia, cinéfilo de coração e futuro roteirista. Obcecado pelo Reino Unido e tudo que sai daquela ilha mágica, principalmente as séries, em especial Doctor Who, Sherlock e Downton Abbey. Também é apaixonado por animação, e sonha em ser roteirista de uma série animada.

26 Comments

  1. Cinthia

    Muito booom! Essa da reciclagem dos atores é verdade… sempre reparei mas nunca tinha parado pra pensar nisso xD

  2. Thiago FLS

    Eu acho que a maior qualidade das séries britânicas é também o maior defeito delas: a duração curta das temporadas. Ela confere um ritmo bem mais ágil às tramas, sem espaço para embromação, e também permite que o criador da série escreva a maioria dos episódios, senão todos, o que garante uma regularidade maior nos roteiros.

    Por outro lado, as temporadas passam tão rápido que a espera pela próxima se torna longa demais. O caso mais extremo disso é o de Sherlock, que só tem 3 episódios por temporada, sendo que a segunda foi exibida há mais de um ano e meio, e a terceira só começou a ser produzida recentemente. O final da primeira de temporada de The Fall, que teve míseros 5 episódios, também me deixou angustiado por saber que a história só deve continuar daqui a um ano.

  3. Gabriela Pagano

    Séries britânicas são puro amor! E esse 15 razões está um show, Lucas! Parabéns :)

  4. biancavani

    Lucas, seu texto foi absoluta e britanicamente perfeito! Amei!

    Gosto muito também de que, no fim do episódio, sempre vem algum locutor dizendo algo que pode até ser banal, mas com aquela pronúncia fica parecendo a coisa mais relevante e interessante do mundo, rs.

    É bem verdade esse aspecto que você apontou em relação aos estereótipos, mas você reparou que, no tocante ao UK como um todo, de vez em quando aparece alguma rusguinda/provocação/brincadeira entre inglês/escocês, ou irlandês/inglês, ou inglês/gaulês, etc.? O que, tendo em vista aquele passado meio tenso entre eles, faz todo sentido.

    Outra coisa: o respeito das emissoras de tv pelo público. Não há aquele monte de propaganda de outras séries na parte inferior do episódio que estamos assistindo. Lembro, também, que em uma cena hipertriste, matadora mesmo, no fim do episódio veio uma mensagem mais ou menos assim: se você se sentiu muito atingido, emocionado por essa história, ligue para tal número. (Mas isso pode ser uma forma de evitar processos por parentes de pessoas que se suicidaram depois de assistir a uma tragédia (Hamlet, Phaedra, sei lá, rsrs).

    Por último, uma sugestão: What Remains. Apenas quatro episódios de pura mestria na arte!

  5. Lucas Victor

    Sim, até hoje eles tem algumas rusgas, mas se limita apenas a algumas indiretas, no geral eles se dão bem, aparentemente XD.

    Eu não sabia que What Remains já tinha estreado! Assim que acabar Broadchurch e The White Queen vou assistir ;)

  6. Lucas Victor

    Realmente é muito frustrante. Eu levei um susto quando estava vendo Vicious e aí saiu o 6o episódio e já era a season finale, e só terá um especial de Natal no fim do ano e a 2a temporada só em 2014 sabe-se lá quando, mas eles sempre fazem a espera valer a pena. A 3a temporada de Sherlock provavelmente será a mais motherfucking awesome de todos os tempos

  7. Lucas Victor

    Liga não, meu lado fanboy estava muito aflorado, não tem problema nenhum não gostar de Chaves, eu acho… hashuashuashuashua

  8. LunaB

    Adorei o texto. Obrigada.

    Como fã de séries britânicas (as melhores, sem dúvida), concordo com as 15 razões apresentadas, embora eu deva ser das poucas pessoas que não conseguiu gostar justamente da série ícone deles que é Dr. Who. A 1ª série britânica que assisti há anos, ainda adolescente, foi a hilária “Absolutely Fabulous” e hoje há tantas ótimas que não tem como parar de ver.
    Única coisa chata é que as séries têm pouquíssimos episódios – estratégia inteligente mas que causa sofrimento nos fãs – a espera por Sherlock é exemplo dessa frustração angustiante para mim.

  9. isaias lopes

    a primeira que assisti foi ‘burn it’, ainda pelo canal eurochannel. pra mim a melhor.

  10. Fernando

    Excelente matéria.O que eu mais gosto nas séries britanicas são as temporadas curtas. Não me incomodo com os longos hiatos entre uma temporada e outra.
    A longa espera é compensada pela alta qualidade dos roteiros.
    Felizmente as séries britanicas também estão ganhando mais espaço na televisão paga do Brasil.

  11. ingrid nagel

    Eu sei que isso é um vício de linguagem , mas NÃO exite raça negra, latina , asiatica… SÓ EXISTE UMA RAÇA, A HUMANA ! o modo certo de se referir é ETNIA !!

  12. Thayná Pompeu.

    Uma coisa que me chama atenção são esses atores britânicos! Sério, não sei qual o treinamento eles recebem nos cursos de teatro, belas artes, whatever, mas pensa aí em atores que têm uma garram uma força e um timing fodástico! Sério: Tim Roth, Johnny Lee Miller, Robert Carlyle, e por aí vai! Não sei o que é, mas que são lindas as performances deles, ah são! Você fica tipo :O é foda demais!

  13. Lucas Victor

    Eles são criados interpretando peças de Shakespeare, tem que ser fodões mesmo XD

  14. Fernando dos Santos

    A televisão britanica está numa fase tão boa que os americanos já começaram a levar para os EUA os roteiristas britanicos. Neil Cross de Luther foi contratado para fazer uma série de piratas na NBC, Anthonny Iannuci de The Tick of It já está nos EUA com Veep da HBO e Julian Fellowes de Downton Abbey também já fazendo a transição para a televisão americana.

  15. Lucas Victor

    Os roteiristas britânicos esbanjam genialidade e criatividade. Steven Moffat, Russell T. Davies, Mark Gatiss, Chris Chibnall, Steve Thompson, Neil Cross, Toby Whithouse, Julian Fellowes, Neil Gaiman (que é genial como autor e roteirsta)… A lista é imensa.

  16. Carol Cadinelli Mauler

    Comecei a ver DW – a série clássica, há alguns dias. Ainda não me apeguei, mas sou APAIXONADA por *o*

  17. Fhael

    Alguém aqui já assistiu uma série chamada Keen Eddie?? É norte americana, mas se passa em Londres. E éextremamente perfeita. Alguém???

  18. Saniery Neves de Souza

    nunca assistir nenhuma, mas depois desse texto vou começãr e esse negocio de curta duração tá pra mim que não tenho muita paciencia de assistir coisas longas.

  19. Guiida Rego

    Séries Britânica são as melhores. Mas comecei por Merlin, até hoje minha queridinha do coração, ainda não superei o ultimo episódio, Doctor Who resisti muito a começar porque sabia que não iria parar nunca, dito e feito. <3

  20. Guiida Rego

    Oh GOD, pensei que era a única que não gostava de Chaves. u.u apesar de que volta e meia vem aquela musiquinha na cabeça “que bonita sua roupa… nela é tudo remendado, não vale nenhum centavo mas agrada a quem olhar.”

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