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13 episódios até o final – Voltando à ‘One Tree Hill’ uma última vez

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Você sabe, eu acredito em mágica. Eu nasci e cresci num período mágico, em uma cidade mágica e entre mágicos. A maioria das pessoas não percebia que vivíamos numa teia de magia, unidos pelos filamentos do acaso e da circunstância. Mas eu sabia o tempo todo.  (Trecho do livro Boy’s Life de Robert McCammon)

Falar de One Tree Hill para mim é bastante significativo. Ainda mais falar sobre tudo o que  a série representou, antes do seu último adeus. Tenho que dizer que é emocionante. Este trecho do livro Boy’s Life, de Robert McCammon, narrado por Jamie (Jackson Brundage) no episódio This is my House, This is my Home (8×22), representa um pouco do meu olhar para com a série, durante todos estes anos em que a acompanhei. Sempre acreditei na magia que essa série tentava passar para os seus telespectadores. Todos os seus significados e desafios, acrescentados da leveza e sutilidade que o seu criador Mark Schawhn nos dava semanalmente, durante esses quase nove e felizes anos.

Quando a série estreou em 23 de setembro de 2003, talvez nem mesmo o próprio Schawhn tivesse idéia de onde a série chegaria. Foram três temporadas exibidas pelo canal The WB, que depois de se juntar com a UPN formando a atual “The CW”, exibiu as demais temporadas. Não foi um sucesso estrondoso, não foi uma série premiada. Entretanto, o jeito em que One Tree Hill nos cativava com aqueles dilemas que pareciam ocorrer na sua família, com seus amigos, com seus amores, foi um dos ingredientes essenciais para que se mantivesse viva a essência da série por todos estes anos. Você, fã da série por todos estes anos, deve lembrar agora, como era cada sofrimento ao final de algumas temporadas, sem saber se a série retornaria para o próximo ano. Lembro que na terceira e sétima temporadas os fãs passaram por momentos críticos. Isso, as vezes, limitava a forma de Schawhn trabalhar com a série, e acho até hoje uma completa falta de respeito com todos envolvido com a produção. O final da sétima temporada, por exemplo, com aquele super ganho do tiro a queima roupa, foi filmado sem saber se retornaríamos para uma oitava temporada! Era nessas horas que Mark mostrava o seu jogo de cintura, passando para nós aquela certeza de que ele fazia tudo o que podia para manter viva aquela magia.


Nesses nove anos de programa, foram muitas as coisas que marcaram cada um de nós que assistíamos o show. Tenho certeza que cada um de vocês tem um personagem favorito, um momento especial, uma música importante que fizeram vocês rir, chorar, gritar, se afligir… Eu poderia ficar aqui a semana inteira postando esses momentos. Tentarei aqui destacar alguns importantes e especiais para mim. E que farão a gente viajar um pouco por essa história. Primeiramente devo dizer que o elenco, e conseqüentemente os personagens, foram uma das grandes marcas da série. Chad Michael Murray, James Lafferty, Hilarie Burton, Bethany Joy Galeotti e Sophia Bush formavam o quinteto que davam alma aos primeiros anos da série. Quem não se lembra, lá na primeira temporada, das constantes brigas de Lucas e Nathan? Ou dos desenhos que Peyton fazia, sendo estes um dos caminhos que aproximou o casal conhecido pelos fãs como “Leyton” (Lucas+Peyton)? A primeira temporada sem dúvida é uma das melhores. A essência inicial da série está ali. Inicialmente achávamos que veríamos Nathan e Lucas brigar pelo amor de Peyton, mas com o tempo passando, vimos que Brooke seria um grande trunfo na série. E Sophia Bush está aí para provar que Brooke protagonizou diversos momentos marcantes em toda a série. Até hoje existem milhares de “Brucas” (Brooke + Lucas) que gostariam de ver seu casal favorito juntos outra vez. E Nathan ficaria de escanteio? De forma alguma. James Lefferty para mim foi a grande surpresa do quinteto. Tanto como ator, como seu personagem, cresceram de uma forma absurdamente espantosa. Junto á Haley, formaram um dos casais mais duradouros da televisão. Vocês se lembram de ver esses dois separados, além daquela (tórrida) segunda temporada? E devido a isso, a maioria dos fãs da série são na verdade do time “Naley” (Nathan + Haley).


De inimigos a irmãos inseparáveis, até a sexta temporada a série centrou em Lucas e Nathan. Ambos, estando juntos ou separados, protagonizaram grandes cenas e acidentes que recheavam as nossas temporadas. Vocês se lembram na primeira temporada do acidente de Lucas e Keith, a caminho do aeroporto para buscar Karen que retornava de uma longa viagem? Ou Nathan pulando da ponte, para salvar seu tio e Rachel devido ao acidente com a limusine, enquanto voltavam do casamento Naley? Mas para mim, o grande momento dos dois foi no episódio Some You Give Away (4×09). Ali, eles brilharam. Era o último jogo dos Ravens para eles. E com a vitória, vemos a declaração de Lucas para Peyton, em um dos grandes momentos da série. E assistimos Nathan e Lucas darem tudo de si. Entretanto o pior estava por vir. É neste episódio, que vemos Haley sendo atropelada grávida, salvando Nathan. Tudo isso assistido por Lucas. Lembro que foi um dos momentos mais marcantes da série. Não sabíamos se Haley perderia o bebê. E Lucas, em conseqüência da emoção de assistir aquilo tudo, sofre um infarto devido a sua condição cardíaca, protagonizando uma das cenas mais emocionantes em toda a série.

Mas confesso que um dos meus episódios favoritos de One Tree Hill, é Four Years, Six Months, Two Days(5×01). Fala sério, melhor ‘season premiere’ que já vi. Acho que uma das melhores coisas feitas por Schawhn foi avançar quatro anos após o final da quarta temporada. Afinal, após dramas no colegial, ficaria entediante acompanhar aquilo na faculdade não? Ali, todos os nossos personagens estão mais crescidos e enfrentando desafios de gente grande. Lucas havia se tornando um escritor, Brooke tinha se tornado bem sucedida e dona da grife mundial “Clothes Over Bros.”, e Haley havia se tornado de fato uma excelente “professorinha”, nas palavras de Brooke. Mas as coisas com a música não iam muito bem. Aliás, Nathan e Peyton sofreram bastante, enfrentando uma temporada nada agradável para eles. O primeiro, preso a uma cadeira de rodas após fraturar a coluna, se via impossibilitado de jogar profissionalmente o basquete. Peyton, havia se tornado praticamente uma secretária de uma grande gravadora. Mas ao final daquele premiere, entendemos o que talvez Brooke na promo da última temporada ressalta: “Eu gosto de Tree Hill exatamente como é: Um lar e segura”. Com os cinco personagens estando juntos novamente em Tree Hill, as histórias se desenvolvem muito bem. Aliás, a quinta e sexta temporada continuam sendo minhas temporadas prediletas. E as de vocês, quais são?


O quinteto protagonista continuou firme e forte até o final da sexta temporada, quando Lucas e Peyton se despediram na série no episódio Remember me, as a time of Day (6×22). A partir da sétima temporada, entraram novos personagens como Clay, o agente de Nathan, e Quinn, a irmã de Haley. Mas nenhum deles preencheu e marcou presença como Lucas e Peyton faziam em tela. Outro personagem que deu as caras, mas na sexta temporada, foi Julian. E este “caiu como uma luva” na vida da nossa Brooke. Confesso que cansei de ver Brooke sofrer por Lucas, e fiquei muito contente ao ver uma das minhas personagens prediletas encontrar a felicidade no amor. Mesmo ela tendo sido um pouco complicada também.


Tocando no assunto de tempos difíceis, aliás, gente ruim é que não faltou em One Tree Hill. A galeria de vilões foi imensa no decorrer desses nove anos, concordam? Tivemos uma imensidão de psicopatas. Vocês se lembram de Derek/Ian, “irmão” da Peyton, que se revela um verdadeiro psicopata obcecado pela moça? O episódio You Call It Madness, But I Call It Love (4×16) se tornou um verdadeiro clássico da série. Me lembro como se fosse hoje o quão ofegante fiquei naquele episódio em que ele faz Peyton e Brooke de reféns, ao mesmo tempo em que torcia muito para que Lucas aparecesse na casa. A babá de Jamie Carrie também foi outra que fez alguns moradores de Tree Hill comerem o “pão que o diabo amassou”. Era apaixonada por Nathan e depois de levar um chega para lá de Haley, tentou seqüestrar Jamie e colocar a culpa no “vovô Dan”. Tivemos recentemente a psicopata Kate, responsável por balear Clay e Quinn no final da sétima temporada, e por tentar assassinar Quinn numa perseguição remember, bem no estilo One Tree Hill.


Mas concordem comigo: nenhum vilão chegou aos pés de Dan Scott. Digo isso porque o cara foi um excelente personagem. Maltratou Karen, abandonou Lucas, infernizou a vida da ex-mulher, torturou o filho com o basquete, fez milhares e milhares de trapaças. Mas a vilanice-mor foi o ato que mais me revoltou em One Tree Hill – matar Keith Scott. Diabos. Dan Scott matou o próprio irmão, em um episódio mais do que sensacional, que revitalizou One Tree Hill, deu um gás para sua história e marcou os fãs da série. Considero esse, um dos momentos mais chocantes e de grande emoção da série. Vocês também?

Só que o mais legal disso tudo? É que Dan evoluiu daquele vilão para um cara que… começamos a torcer por ele. Dan tentou se redimir ao final das contas, e começou a perceber que todos se afastaram dele. Tarde demais? Existem exceções, mas muitos fãs da série torciam para ele conseguir o transplante do coração, se acertar com o filho e o neto, dentre outras coisas. Dan Scott foi mais um grande personagem de todo esse universo.

Muitos momentos emocionantes também estiveram presentes durante esses nove anos. One Tree Hill acertava em cheio em diversos momentos. Como esquecer dos casamentos de Nathan e Haley, Peyton e Lucas. Brooke finalmente encontrando a felicidade ao lado de Julian, em uma cerimônia mais do que emocionante. Alias, precisamos reconhecer que, em fazer chorar, Brooke está mais do que graduada. Ô personagem para sofrer durante todos esses anos. Choramos muito, assim como Sophia Bush. Um momento inesquecível para mim foi quando Brooke tem que devolver sua filha adotada Angie para o serviço social, na season finale da quinta temporada. Foi um momento muito emocionante. Tivemos recentemente também um furacão em Tree Hill, e Brooke foi mais uma vez a grande protagonista da ação, em um episódio pra lá de sensacional. A cena em que seu carro cai da ponte, com Jamie no banco de traz, e Julian tentando os salvar é de tirar o fôlego. Boa Mark Schawhn.


Outra coisa que marcou One Tree Hill, é que todos estes momentos emocionantes foram embalados por diversas músicas. Conheci boas bandas e cantores através da série, como Jimmy Eat World, Shout Out Louds, Jose Gonzalez, James Morrison, Athlete entre outros. E como não lembrar das inúmeras participações de artistas fazendo performances na série? Desde um simples acústico de Sheryl Crowe ou  no Karens Café, até grandes shows na nossa amada “Tric” – casa de shows fundada por Karen e Peyton na segunda temporada. Grandes artistas passaram ali, como Cheap Trick, Fall Out Boys, o próprio Jimmy Eat World no final da segunda temporada… mas tivemos apresentações também de personagens da própria série, que mandam muito bem na música como Bethany Joy Galeotti que interpreta Haley, Tyler Hilton que interpreta Chris Keller, e Laura Izibor que interpretou Erin na oitava temporada. Todos tiveram ótimas performances durante o show.

E não posso esquecer de Gavin DeGraw, que nos presenteou com a excelente canção tema de abertura da série I Dont Wanna Be. O cantor esteve algumas vezes na série também, e destaco a sua participação na quinta, cantando junto com Jamie, uma versão do tema que ficou bem legal:

Mas nada se compara a original né?

Não posso encerrar este especial, sem comentar também sobre as citações que diversas vezes estiveram presente em One Tree Hill, principalmente nas primeiras temporadas, narradas pelo protagonista Lucas Scott. Foram muitas que se encaixavam perfeitamente no enredo da série, e dava um sentido também em situações nossas mesmos. Às vezes, One Tree Hill falava com o coração coisas simples que através destas situações se faziam de forma grandiosa.

Fazendo esse especial, me lembrei de muitas coisas que dariam uns quinzes especiais. Foram muitas coisas que essa série me trouxe durante esses anos que eu a acompanhei. Mark Schawhn sonhou, e consegui nos dar um ótimo exemplo de como fazer, aprender e nos entregar uma boa série. Alguns assistiram, outros abandonaram, muitos às vezes falavam mal. Tenho o prazer de dizer que, em altos e baixos, acompanhei a série, e de certa forma me orgulho de aonde o sonho de Schawhn chegou. Mark inclusive em uma premiere esta semana em Los Angeles disse: “Para algumas pessoas a série foi um prazer com culpa. Nós nunca fomos um queridinho da crítica. Depois de 187 episódios, quem quer que ainda odeia a série está perdendo a batalha.” Ou seja, vocês que há anos vem criticando a série, sinto muito, mas tenho que concordar com Schawhn, vocês perderam a batalha! Digo isso, porque a série, promete uma temporada final excelente, e a hora chegou. Não é atoa que o título desse texto tem um significado. Parafraseando o filme dirigido por Julian na sétima temporada “7 sonhos até terça”, me dei conta que apenas temos 13 episódios até o final. E acabou. Será o fim de uma belíssima jornada. Com isso destaco novamente um trecho de Boy’s Life:

Quando as pessoas ficam chorosas no cinema, é porque naquele teatro escuro, o ouro fundido da magia é tocado. Só por alguns instantes. Em seguida, eles saem em direção ao sol da lógica e da razão. E, novamente, ele seca. E o coração entristece e não sabem o porquê. Quando uma música desperta uma memória… Quando partículas de poeira giram em um raio de luz tiram sua atenção do mundo… Quando você ouvir um trem passar em uma trilha distante, e você imaginar onde ele pode estar indo…Você dá um passo além de quem você é e onde está. Por um brevíssimo instante, você entrou para o mundo mágico. É nisso que acredito!

Como o final de Remember Me As Time Of Day nos ensinou: Acredite que sonhos se realizam todo dia. Por que eles se realizam, só tenho a dizer: “obrigado Mark Schawhn, por nos fazer acreditar.” E que venha a última temporada.

***

Confira uma retrospectiva da série em fotos.

Séries citadas:

Mineiro, professor e aficionado por séries. No TeleSéries resenha as séries Hawaii Five-0 e Saving Hope. Mas também é apaixonado por Grey's Anatomy,'CSI, Rookie Blue, The Vampire Diaries, The Good Wife, Homeland, The Walking Dead e muuuitas outras...

27 Comments

  1. Juliana

    Excelente trabalho…OTH era e sempre será minha série favorita,pela sensibilidade que retrata os sentimentos,e principalmente por mostrar sempre os 2 lados das que as pessoas tem dentro de si,com acertos e erros.
    Só temos que agradecer por One Tree Hill por durante esses 9 anos ter feito parte de nossas vidas! Com certeza nos despediremos com lágrimas mas com certeza não seremos os mesmos  depois de OTH!!! 
    One Tree hill 4evah!!!!

  2. Maria Clara Lima

    Conheci OTH por insistência dos amigos em 2005 quando eu morava nos Estados Unidos. Acho que minha vida lá não teria sido a mesma se eu não tivesse conhecido essa série. Digo isso porque passei por muitas dificuldades, e nem sempre sabemos lidar com os percausos da vida. Com OTH, aprendi que todos os tipos de barreiras podem ser derrubadas, contornadas e dribladas e a série me deu forçar para continuar em muitos momentos que eu quis fechar os olhos e parar de pensar, sonhar, viver. 
    Eu acredito em mágica, acredito também em perseverança e até em destino. Tudo isso a graças a turminha de Wilmington que se destacou no meio de tanta mesmísse. Não há um episódio de OTH que nõa seja no mínimo bem escrito, bem trabalhado, bem pensado, mesmo em altos e baixos da série… Vi Tree Hill até a quarta temporada, depois foram episódios soltos quando me deparava com o Chad ou a Sophia em alguma cena na minha televisão, depois apenas ouvia falar na saída da Hilarie – e claro para o fás da Peyton a tragédia que aquilo tinha sido. Na verdade, mesmo tendo perdido público, a série tornou-se uma marca na CW e na vida de muita gente. E por fim, agradeço a OTH pelas boas músicas, pelas bandinhas indies do Tric, pela coragem de enfrentar as polêmicas e pela Brooke Davis, meu personagem-espelho e exemplo de pessoa vencedora e integra que um dia desejo ser.Parabéns pelo texto, Anderson. Senti cada palavra. Até logo, Tree Hill.  

  3. Luis Eduardo Ferreira

    Nossa, sensacional, li do começo ao fim, assisti aos vídeos e achei incrível!!! É bem a sensação que todo mundo sente mesmo… e o melhor vc destacou cenas principais, claro que existem várias e mtas outras, mas está ideal para uma despedida de One Tree Hill. Amei pacas! Parabéns!!!

  4. Bruna

    Nossa Anderson, chorei lendo essa matéria. Foi como se passasse um filme de toda a série na minha cabeça. Comecei a assistir a One Tree Hill na quarta temporada, e paralelamente fui vendo as temporadas anteriores. Decidi dar uma chance a série por influência de alguns amigos virtuais que eram fãs de Lucas/Peyton, o que conseqüentemente acabou acontecendo comigo também. Nas primeiras temporadas eu odiava a Brooke, mas a Sophia foi evoluindo tanto a partir da quinta (não que ela não tenha evoluído nas anteriores), que acabou se tornando minha personagem preferida feminina (lugar que era ocupado pela Peyton, que se tornou chata demais na 5ª e 6ª temporadas). É estranho pensar que daqui há uns 3 meses e meio vamos ter que nos despedir da série.

  5. Dieter Klaus

    Ótimo texto, Anderson. Parabéns. Vi todos os episódios desde o começo, é muito triste ao saber de uma série que acompanhamos à 9 anos e de repente termina. Importante também que você mencionou da trilha sonora que é das melhores, tenho os Cd’s. 

  6. Dani

    Emocionante. Esta é a palavra para descrever esse momento. Que vontade de começar a ver a série inteira, sem parar. Cada personagem tem uma importância e deixou um significado para mim. A série não foi mais a mesma essência quando Lucas e Peyton sairam, na minha opinião, pois me identificava com a Peyton. Mas, é gratificante ver em como a série se desenvolveu, onde cada ator e atriz, através de seus personagens, nos emocionaram. Ver como Natan amadureceu e como a Haley mudou a vida dele para sempre, e como ele superou o mal que Dan fez a ele durante toda vida. Ver, como a Haley se tornou essa mulher maravilhosa, mãe, amiga, profissional, e como superou a perda da mãe, Lydia.  Brooke fantástica, como sempre, amadureceu, se tornou uma mulher maravilhosa e encantadora, com uma vida feliz, um homem apaixonado ao lado, e seus sonhos tornando-se realidade. Peyton, realizando seus sonhos construindo sua família, batalhadora, correndo atrás de seus ideais, superando as perdas, como ela mesma dizia: As pessoas sempre vão embora…E o Lucas, como ele conquistou coisas que nem imaginava conseguir, como tem amigos fiéis, como construiu a amizade com seu irmão Natan. Me fez recordar de episódios fantásticos. Como o final da 4 temporada, eles na quadra…a 5 temporada também é uma das preferidas, seguidas da 3 e 6. Como não emocionar me lembrando do sofrimento da Brooke pelo Lucas, do sofrimento do Lucas pela perda do única figura paterna que tinha, seu tio, de ver Natan em uma cadeira de roda, vendo seus sonhos indo embora, da Haley sofrendo a perda da mãe, da cena da Peyton encontrando a mãe morta, do sofrimento da Peyton apaixonado por outra pessoa incrivelmente especial, de seu arrependimento por ter dito não ao Lucas, do desejo da Brooke em ser mãe, da atenção que ela anseiava pela mãe…. Que venha a última temporada de OTH.

  7. Carol Mattos

    Devo confessar que m emocionei lendo esse belo texto!
    “One Tree Hill” sempre foi e sempre será uma das minhas series favoritas! Foram vários episódios emocionantes ao longo desses 8 anos, e eu já separei varias caixas de lenços p/ quando essa temporada começar!
    Meu episódio favorito, talvez por ser na minha opnião o mais emocionante, é o “With Tired Eyes, Tired Minds, Tired Souls, We Slept” (3×16). Chorei muito no final…
    Outra parte que também adoro é a abertura. A música é excelente e nos dar uma boa idéia do que estar por vir, e confesso que fiquei muito triste quando por algumas temporadas ela não aparecia :(

  8. Anderson Narciso

     Fico feliz Bruna que vc tenha se emocionado! Também me emocionei bastante ao fazer esse texto e me lembrar de tantas coisas que vivenciei assistindo a esta série. Aproveite a ultima temporada e fique ligada aqui nas reviews :)

  9. Hugo Fonseca

    OTH vai deixar um vazio nas minhas series!
    Parabéns pelo texto Anderson, mandou muito bem. OTH é exatamente o que você disse.
    A nona temporadas podia voltar com os poemas! rs

  10. Italo Chagas

    Sem palavras….Texto perfeito. Me emocionei ao ler esas palavras que descreveram ao todo, todos os meus sentimentos pela série.Quando assisti ao video que tem a musica de abertura me emocionei( como em todas as vezes que a ouço pelo PC rsrs), Um dos meu Episódios favoritos é o ultimo da oitava temporada, quando mostra o Jamie na ponte que me faz lembrar de Lucas ( que é talvez meu personagem favorito) e me lembro de todas as liçoes que aprendi com a serie, de todas as emoçoes a cada episodio. O que mas vou sentir falta é de saber que não vou mais ouvir “a don’t wanna be” nos comercias da “FOX”  e claro sentirei sdds de toda semana assistir a minha série favorita, que me fez mudar completamente em pensamentos e atitudes. Obrigado por ter me feito uma pessoa melhor tre hill, E espero que me emocione ainda mais nessa ultima temporada do que nas anteriores. Abraço!

  11. Jenifer Medeiros

    Ler esse texto me faz reviver tudo o que eu “vivi” e vi nesses 9 anos de OTH, e só tenho a dizer uma coisa, foram maravilhosos! OTH e seus personagens irão ficar p/ sempre na minha memória, linda série!

    parabéns pelo texto!

  12. Natália Souza

    Só eu tive calafrios ao ler? One Tree Hill mudou a vida de tanta gente, realmente mágico. Nossa, texto perfeito.
    Posso dizer q estará para sempre no coração dos fãs :’)
    Parabens^^

  13. Italo Chagas

    Não Só vc, Como todos que acompanharam e choraram junto com os Personagens!  

  14. Marcos Silvério

    Excelente texto Anderson, impressionante como essa série faz parte de nossas vidas, muito de nós crescemos junto com os personagens. Vai deixar saudades.

  15. Gabrs

    Achei sensacional tudo o que escreveste.

    E concordo especialmente com estE: Mas nenhum deles preencheu e marcou presença como Lucas e Peyton faziam em tela

  16. Brenda

    essa serie veio pra mudar a vida de todo mundo gostaria que voltasse , sinto falta !!!!

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